Conexão Lia Nagel

terça-feira, 27 de março de 2018

Armin van Buuren & Shapov - The Last Dancer [Armin van Buuren live at U...

Armin van Buuren & Shapov: These two great talents of EDM Music are really incredible!!!







sexta-feira, 23 de março de 2018

Dicas de como usar colares, gargantilhas, anés, pulseiras, braceletes, etc


Devem estar sempre adequados ao decote da roupa e fique atento nas seguintes dicas:

- Se você estiver usando um colar grande e bem imponente, esqueça os brincos ou use no máximo um brinquinho pequeno.

- Os brincos e os colares devem combinar, independentemente de ser conjunto ou não.
- Cordões médios e pequenos combinam com trajes esportivos e para as roupas decotadas.


- As correntes espessas podem ser usadas sobre a roupa desde que o tecido combine com o metal.

- As correntes longas ficam perfeitas para quem tem uns quilinhos a mais ou para quem tem uma estatura muito baixa, mas o comprimento não deve ultrapassar a altura da cintura.


Muito busto

Para que tem um grande volume nos seios escolha os colares próximos ao pescoço, de pérolas e correntes longas e evitem cordões que terminam imediatamente embaixo ou acima do busto.


Pouco busto

Já para que tem seios menores use e abuse dos colares vistosos e volumosos para que a atenção de quem olha seja diretamente para o pescoço.

Deixam a desejar: modelos que ultrapassem a linha das clavículas pois são mais compridos e perdem o charme quando usados por pessoas desse porte físico.

Ombros largos

Os ombros largos são a grande preocupação das mulheres, pois há uma grande percentagem do público feminino que sofre com esse tipo de questão. Para evitar constrangimentos use colares que criam uma linha central alongada permitindo chamar atenção para o resto do corpo como, por exemplo, a cintura. Evite sempre usar colores curtos ou muito próximo a pele do pescoço.


Ombros estreitos

Já os ombros estreitos pedem colares delicados e sem muito volume como, por exemplo, um pingente do tipo pingo d`água que fica ideal neste tipo de estatura. Nunca use colares grandes e cheios de elementos pendurados.


Pescoço fino

Para quem tem pescoço fino prefira os modelos curtos e arredondado sempre utilize correntes curtas. Evite pingentes compridos e correntes que ficam com aspecto em V.

Pescoço curto

Escolha ideal: colares abaixo da linha inferior das clavículas, com pingentes alongados e verticais de correntes compridas. Cordões médios também compõem um ótimo visual com decotes grandes, ficam bem com roupas de malhas e camisetas acinturadas.

Deixam a desejar: pingentes horizontais ou pequenos e correntes curtas.



Pescoço grosso

Escolha ideal: pingentes simétricos, de composição vertical, e correntes médias.

Deixam a desejar: pingentes delicados e correntes curtas.



Pescoço para quem tem colo ossudo

Escolha ideal: pingentes leves e correntes compridas.

Deixam a desejar: pingentes pontudos e correntes curtas.



Anéis

Já os anéis devem compor um visual harmônico com as mãos, pois para cada tamanho, aspecto e do formato das mesmas devem ser usadas um tipo de acessório especifico.

Mãos enrugadas

Caem bem: os anéis largos com gemas grandes.

Deixe de lado: os finos e justos com pedras pequenas.



Mãos largas

Caem bem: os anéis largos, angulares e simétricos.

Deixe de lado: os finos e assimétricos.


Mãos curtas

Caem bem: os anéis verticais e levemente suspensos.

Evite: os anéis horizontais e aqueles grossos que cobrem as articulaçõe dos dedos




Mãos finas e alongadas

Caem bem: os anéis grossos e horizontais, grandes e chatos.

Deixe de lado: os finos e verticais.

Logo abaixo, você pode ver e se inspirar em Looks variados: composições de colares, gargantilhas, anéis, pulseiras, braceletes, etc. Use a sua imaginação!
































Fonte: Fernanda Sartori Fernandes; Lia Nagel

quinta-feira, 22 de março de 2018

Above & Beyond - Deep Warm Up Set #ABGT250


Simply incredible!!!



Trench Coat: uma peça elegante, clássica de seu guarda roupa!


O Trench Coat é uma peça que não deve faltar em seu armário, principalmente nos dias frios!
É uma peça clássica, elegante e sofisticada.



Criado por Thomas Burberry em 1914 para os soldados britânicos, disseminado a partir de 1918 por personalidades como Winston Churchill e eternizado posteriormente por Humphrey Bogart em Casablanca e Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, o trench coat é uma peça clássica, elegante e sofisticada.


A princípio era produzido em gabardine.
Mas, o trench coat atual pode ser feito em tecidos mais leves, como cetim, sarja e nylon, para usar em dias de temperatura mais amena.
Para os dias mais frios, você pode investir em peças de jeans, lã, couro, veludo! Caem super bem e te deixarm super elegante.


Dicas ao Usar:


Com calça de alfaiataria, jeans, legging, vestidos e saias.

Com vestidos, o comprimento do trench coat varia de acordo com a peça que estiver por baixo. Longos ou longuetes pedem o casaco na altura do tornozelo. Com vestidos curtos, eles devem vir até os joelhos.
Nós pés, vale desde botas longas até escarpins.
Só evite combiná-los com acessórios chamativos.
E se for usar colar, prefira os fininhos e discretos para não brigar com a gola.


Uma dica para quem está acima do peso:

O Trench Coat com o “cinto” amarrado na cintura e uma calça skinny pode salvar você naquela reunião ou festa.



Cultura! Um pouco mais sobre a história do trench coat:

Na I Guerra Mundial, as batalhas eram de contato – o soldado tinha que se arrastar e se esconder nas trincheiras para assim chegar perto do adversário. Não era como a II Guerra, em que as brigas podiam acontecer à distância, com tanques e aviões.
Então, Thomas Burberry – fundador da marca Burberry – criou esse casaco para o exército inglês usar na I Guerra.
Originalmente, o casaco se chamava ‘raincoat’, mas como os soldados lutavam nas trincheiras – as “trenches” – o nome da peça mudou para trench coat.
O casaco funcionou tão bem que continuou no uniforme dos soldados ingleses na II Guerra – e os americanos também aderiram.
As guerras passaram, mas o casacão ficou. Eles começaram a ficar famosos e entrar na moda de uma vez por todas, quando personagens do cinema começaram a usá-los. Peter Sellers em Pantera Cor de Rosa, Humphrey Bogart em Casablanca, Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo… E ele virou tendência, todos queriam usar e então virou um dos maiores clássicos da moda!

Uma prova de que essa peça é realmente um clássico, está em sua modelagem, o compromisso com a tradição.
Os primeiros trenchs, de 1901, e os desfilados nas passarelas na atualidade, continuam com características comuns: como os botões, por exemplo! Os trenchs da Burberry tem sempre 10 botões, em duas fileiras de 5.


A diferença está na diversidade de cores e texturas.
Antigamente, os trenchs eram feitos nas cores mais sóbrias: bege, cáqui ou preto.
Hoje, você encontra em cores mais alegres, além desses tons clássicos. Você pode ver por aí modelos verdes, azuis, rosas, vermelhos, laranjas, xadrez…

Alguns looks incríveis:





Fonte: Terra; UOL

terça-feira, 20 de março de 2018

segunda-feira, 12 de março de 2018

Sam Hunt - Take Your Time

Love this song!!!

Alimentação na Terceira Idade

A alimentação correta é um dos fatores que tem maior influencia na saúde e no bem estar.

Múltiplos fatores contribuem para a má nutrição dos idosos:
  • dificuldade para engolir alimentos sólidos, devidos doenças da garganta e do esôfago;
  • perda ou diminuição da visão, do paladar e do olfato;
  • problemas odontológicos como falta de dentes, próteses velhas e mal ajustadas, doenças da cavidade oral e das gengivas;
  • problemas psico geriátricos principalmente a depressão, a tristeza, o desânimo, a apatia e a solidão;
  • o uso de muitas medicações ocasionando como efeito colateral a perda de apetite;
  • anemia (deficiência de ferro e vitamina A);
  • a falta de vontade de cozinhar, e condições econômicas reduzidas.
Além disso, muitos idosos são obesos, porque a atividade física é reduzida, quando a necessidade energética (em calorias) do organismo cai e o corpo ganha mais gordura ao envelhecer.
Algumas recomendações simples, que podem ser postas em prática na sua próxima refeição devem ser abordadas. Faça delas motivo de mudança em seus hábitos alimentares.


Procure ingerir de seis a oito copos de água por dia, mesmo que, habitualmente, você esteja acostumado a consumir chás e sucos. Lembre-se de que a partir dos 60 anos aumenta a propensão da pessoa ficar desidratada. Beba muitos líquidos especialmente quando o tempo estiver quente. Esta regra é muito importante. A sede não é um sinal que traduza as necessidades orgânicas e, por isso, é importante beber mesmo quando não se tem sede. Beba água ou bebidas não açucaradas, como sucos ou chá.
Alimente-se a cada três horas, alternando, entre uma refeição e outra frutas e chás. Realize, por dia, 3 a 5 refeições em horas certas; isto o ajudará a lembrar-se mais facilmente do que comeu e em que quantidade. Não coma demasiado, nem coma coisas que não são necessárias. Não tente fazer as dietas da moda. Elas não se ajustam às necessidades do idoso.

Verifique quais são os remédios que causam náuseas e azia, e peça para o seu médico programá-los para horários distantes das refeições. Use ervas, alecrim, salsinha, coentro, orégano e gengibre, entre outras, para acentuar o sabor dos alimentos, sem abusar do sal, mesmo que você não sofra de hipertensão. Não coma açúcar em excesso. Reduza as gorduras e os alimentos gordos. Não beba mais do que um copo de vinho ou de cerveja por dia, de preferência ao almoço.
A grande maioria de nossos idosos não tem dentes, e apenas 75% destes utiliza prótese dentária satisfatória o que geralmente dificulta a mastigação. Nesse caso os alimentos devem ser na sua maioria cozidos ou preparados de modo que a mastigação seja facilitada.
Mas não esqueça de variar, pois estes tipos de alimentos contêm menos vitaminas, sais minerais e fibras. P asse a comer produtos mais macios, como ovos, lacticínios ou papas (feitas de arroz, massas, cereais).
Coma alimentos que não seja necessário mastigar, como, por exemplo, sucos de fruta e de vegetais, ou coza o peixe, a carne e os vegetais até ficarem bem tenros e depois, se achar necessário, esmague-os ou pique-os.
Privilegie pratos cremosos, como sopas e purês, além de carne moída, frango desfiado e peixes, panquecas, macarrão a bolonhesa, rocambole de carne moída e bolo com frutas.
A visão geralmente debilitada dificulta a escolha dos alimentos, no caso de se fazer as suas próprias compras, então sempre que possível vá as compras acompanhado. Na escolha do cardápio opte por preparações mais coloridas que possibilitem um melhor estímulo visual, que sabemos é muito importante.

Segundo o Ministério da Saúde devem-se seguir os 10 passos para uma alimentação saudável para idosos:
1º passo: Aumente e varie o consumo de frutas, legumes e verduras. Coma-os 5 vezes por dia.
2º passo: Coma feijão pelo menos 1 vez por dia, no mínimo 4 vezes por semana.
3º passo: Reduza o consumo de alimentos gordurosos, como carne com gordura aparente, salsicha, mortadela, frituras e salgadinhos, para no máximo 1 vez por semana.
4º passo: Reduza o consumo de sal. Tire o saleiro da mesa.
5º passo: Faça pelo menos 3 refeições e 1 lanche por dia. Não pule as refeições.
6º passo: Reduza o consumo de doces, bolos, biscoitos e outros alimentos ricos em açúcar para no máximo 2 vezes por semana.
7º passo: Reduza o consumo de álcool e refrigerantes. Evite o consumo diário. A melhor bebida é a água.
8º passo: Aprecie a sua refeição. Coma devagar.
9º passo: Mantenha o seu peso dentro dos limites saudáveis.
10º passo: Seja ativo. Acumule 30 minutos de atividade física todos os dias. Caminhe no seu bairro. Não passe muitas horas assistindo TV.
Lembre-se de que não existe o mito em que o idoso “come menos” ou “não tem apetite”. Uma alimentação saudável depende de quão prazerosa se torna esta atividade. Independente de patologias que necessitam de dietas, como hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto, ou dificuldades impostas pela sua idade, procure um profissional de saúde que estará apto a reconhecer tais obstáculos e ajudá-lo a manter a melhor qualidade de vida possível e merecida por você.

Fonte: Dra. Roberta da Silva - Médica em especialização em Geriatria