Conexão Lia Nagel

terça-feira, 30 de abril de 2013

Ciclo menstrual e período fértil

Entenda seu ciclo menstrual

Primeiro alguns dados



Toda menina nasce com até 450 mil óvulos armazenados nos ovários.
Na época da primeira menstruação, geralmente entre os 10 e os 14 anos, esses óvulos começam a ser amadurecer e a ser liberados, um a um, mensalmente. O óvulo é liberado do ovário e cai em estruturas parecidas com franjas na extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio), que o vão transportando, devagar, com um movimento ondulatório, até o útero.
Se no meio do caminho o óvulo for fertilizado por um espermatozóide, ele vai se alojar quando chegar ao útero e se multiplicar até se transformar no bebê e na placenta. Se a fertilização não acontecer, o óvulo será eliminado, junto com o revestimento interno do útero -- o que compõe sua menstruação.

Como é um ciclo menstrual normal?




Um ciclo menstrual normal costuma durar 28 dias, contando desde o primeiro dia da menstruação até o início da menstruação seguinte.
Há mulheres que têm ciclos bem mais curtos, com até 23 dias, e outras possuem ciclos mais compridos, de até 35 dias. Ciclos mais curtos ou mais longos que isso têm mais probabilidade de ser anormais, por isso é aconselhável conversar com o ginecologista. Também é preciso ser avaliada pelo médico se você tiver sangramentos no meio do ciclo ou depois de ter relações sexuais.

Como os hormônios funcionam?




Seu ciclo menstrual é controlado por uma série de hormônios produzidos por partes diferentes do corpo:

• Hormônio liberador de gonadotropina (produzido pelo hipotálamo, que fica no cérebro)

• Hormônio folículo-estimulante (produzido pela hipófise, uma glândula que também fica no cérebro)

• Hormônio luteinizante (também produzido pela hipófise)

• Estrogênio (produzido pelos ovários)

• Progesterona (também produzida pelos ovários)

O processo começa no cérebro. O hipotálamo produz o hormônio liberador da gonadotropina (GnRh), que vai até a hipófise e determina a produção ali do hormônio folículo-estimulante (FSH). O FSH entra na corrente sanguínea e chega até os ovários, estimulando o amadurecimento dos óvulos. Entre 15 e 20 "sacos", chamados folículos, contendo óvulos começam a amadurecer. Um deles (às vezes dois ou mais) se desenvolve mais rápido que os outros: é o folículo dominante.



O FSH também estimula os ovários a produzir estrogênio. Esse hormônio incentiva os óvulos a amadurecer e determina que o revestimento interno do útero fique mais espesso, para que possa abrigar um eventual óvulo fertilizado.

Ovulação: o óvulo é liberado



À medida que os níveis de estrogênio no sangue aumentam, os níveis de FSH diminuem temporariamente, para depois crescerem de novo. Esse novo aumento é acompanhado pela forte secreção pela hipófise do hormônio luteinizante (LH). É o LH que deflagra a ovulação -- o momento em que o óvulo mais maduro rompe o folículo e sai do ovário. Logo que é liberado, o óvulo é capturado pela extremidade da tuba uterina (ou trompa de Falópio).
O colo do útero, o "gargalo" que une o útero à vagina, normalmente produz um muco opaco e espesso, que os espermatozóides não conseguem penetrar. Pouco antes da ovulação, no entanto, o estrogênio faz com que essa secreção mude de aspecto: ela fica mais fina, transparente e viscosa, parecida com clara de ovo. Através dela os espermatozóides conseguem passar pelo colo do útero e nadar até as tubas uterinas, para então encontrar o óvulo. É na tuba (ou trompa) que a fertilização costuma acontecer.

Depois da ovulação



Dentro do ovário, o folículo vazio de onde o óvulo saiu se transforma no corpo lúteo. Trata-se de um pequeno aglomerado de células amarelado, que começa a produzir a progesterona. A ação da progesterona faz com que o muco que reveste o colo do útero e a vagina volte a ficar opaco e impenetrável aos espermatozóides. Também estimula o revestimento interno do útero, que fica mais espesso e de aspecto esponjoso, devido ao forte afluxo de sangue. É o endométrio, que está pronto para receber o zigoto (óvulo fertilizado por um espermatozóide).
Conforme a concentração de progesterona no corpo aumenta, os seios ficam mais volumosos e sensíveis. A hipófise pára de produzir o FSH, para que nenhum outro óvulo amadureça.

Quando há fertilização...



Quando um espermatozóide fertiliza o óvulo dentro da tuba uterina, o óvulo continua descendo até chegar ao útero, onde se aninha no endométrio, o revestimento interno do útero. A essa altura, o zigoto já possui cerca de 150 células. A viagem desde o ovário até o útero leva cerca de cinco dias. Os níveis de progesterona continuam altos, o corpo lúteo continua trabalhando e pode se transformar num cisto temporário, e é possível que você comece a sentir os primeiros sintomas da gravidez.

Quando não há fertilização...

Se o óvulo não for fertilizado ou se, mesmo fertilizado, não conseguir se implantar no endométrio, ele começa a se desintegrar, e o corpo lúteo diminui. Os níveis de estrogênio e de progesterona caem, e o revestimento interno do útero começa a produzir prostaglandina. Essa substância modifica a irrigação sanguínea do útero, fazendo com que o endométrio se rompa e que o útero comece a se contrair para expulsá-lo (daí a cólica menstrual). A menstruação desce, e o óvulo não-fertilizado é eliminado junto com o revestimento uterino. Com isso, o ciclo recomeça.


Como determinar o período fértil


A maioria das mulheres sonha em ser mães. Quando chega o momento deste sonho se realizar, começam a surgir inúmeras dúvidas.
Nesta matéria você poderá tirar algumas destas dúvidas e começar a se preparar para o grande momento de sua vida, a maternidade.
O primeiro passo é visitar seu ginecologista para que ele possa indicar alguns exames que devem ser feitos, (HIV, urina, toxoplasmose, rubéola, entre outros).
É importante também, que você tome acido fólico três meses antes de engravidar e durante os três primeiros meses de gestação.

Como determinar o período fértil?



Para determinar o período fértil, a mulher deve começar a contar a partir do primeiro dia da menstruação, este será o dia 1. Nas mulheres que possuem um ciclo regular a ovulação ocorre normalmente no dia 14 deste ciclo. O período fértil inicia no dia 10 e vai até o dia 17.
Quando se pretende engravidar, deve-se manter relações dia sim, dia não, durante estes dias e nunca mais de uma relação no mesmo dia.
Existem outros métodos para identificar se você está ovulando, a temperatura basal, o muco cervical, o ultra-som transvaginal sequencial e o teste de ovulação. A seguir, você poderá entender o que é cada um deles.

O que é a temperatura basal?



É a temperatura do corpo de uma pessoa, que acaba de acordar, depois de ter dormido serenamente durante 6 horas ou mais. Para sermos mais exatos, a temperatura basal é aquela que deve ser tirada 12 horas depois de ter ingerido qualquer alimento, depois de seis horas de sono e antes de fazer movimentos ou de sofrer qualquer alteração emocional.

Como se mede a temperatura basal?



A temperatura deve ser tomada sempre da mesma forma (pela boca, via vaginal ou retal) e de preferência sempre no mesmo horário.
O ideal seria tomar a temperatura ao acordar, sem levantar da cama, falar ou se mexer.
Geralmente, quando a mulher está para ovular, ocorre uma queda de temperatura e quando ela já ovulou a temperatura se eleva bruscamente. A variação pode ser de 0,3 a 1,0 graus. Veja a tabela que preparamos para que você possa fazer o controle de sua temperatura.

Muco cervical


O muco cervical é uma secreção eliminada pela vagina nos dias férteis. Sua aparência é igual a da clara de ovo, transparente e elástica. Quando esta secreção aparece, provavelmente a mulher está iniciando seu período fértil. Quando esta secreção se torna mais abundante e mais elástica, provavelmente ocorreu a ovulação.



Ultrassom transvaginal sequencial



O ultrassom transvaginal é capaz de visualizar com perfeição se a mulher vai ovular, quantos óvulos tem a possibilidade de serem expelidos e de que ovário (direito ou esquerdo) ele sairá. Normalmente, deve-se realizar este exame no dia 13, 14 e 15 do ciclo menstrual.

Teste de ovulação


É um teste vendido em farmácias que detecta o aumento repentino do Hormônio Luteinizante (LH) na urina. Este processo funciona através de uma reação, confirmando ou não o resultado. O pico de LH determina o início do processo de ovulação que se produzirá entre 24 a 36 horas depois. Este é o momento de maior fertilidade da mulher.



É importante saber que este teste não deve ser usado como método contraceptivo, pois não é designado para prevenir ou ajudar na prevenção da gravidez.




Fonte: Lia Nagel; Ultrassom3d;
brasil.babycenter




As mulheres e "o segredo do banheiro" ...


Todo homem tem essa curiosidade: Por que as mulheres vão sempre juntas ao banheiro????


Finalmente vou revelar o grande segredo do "por que as mulheres vão em comitiva ao banheiro" ....



O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que, quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe.


Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: "Nunca, nunca sente em um banheiro público". E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que o corpo entre em contato com o vaso.


"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida.


No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.


Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro.



Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".


Finalmente chega a sua vez, isso se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar. Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados.


Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...



Mas, voltando à porta...

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio! Ah, finalmente...


Aí é quando os teus músculos começam a tremer.... Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.


Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...


E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria pele ("bunda") e molha até tuas meias! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, como sempre, o rolo está vazio! ! !



Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...


E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!





Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da pancada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...




A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua "bunda" nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali" ????


... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!...

Você, então, vai à pia lavar as mãos.
Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo.

Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de Notre Dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou nabolsa para isso.


Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com o bumbum à mostra!

Nesse momento, você vê o teu "carinha" que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.




"Por que você demorou tanto?" - pergunta ele.


Você se limita a responder: "A fila estava enorme"!!!



E esta é a razão porque as mulheres vamos ao banheiro em grupo.



Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.


Dica importante para os homens:


Homens, nunca perguntem por que demorarmos tanto num banheiro público!



Obrigada a minhas amigas mulheres que sempre me acompanharam ao banheiro !!!!






Fonte: Lia Nagel; Google