Conexão Lia Nagel

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A sua relação amorosa está falida????


Amor Passional
Dicas para lidar os sintomas negativos e prejudiciais na relação amorosa
Cinco perguntas para você fazer e descobrir se sua relação está falida

"É preciso dos dois para salvar um relacionamento. Não somos onipontentes e não podemos modificar o outro: ninguém muda ninguém"Às vezes é muito difícil percebermos se estamos pisando em terra firme, num relacionamento ‘saudável e pacífico’ ou se estamos insistindo em algo falido, tentando modificar o que está inatingível de ser consertado.

Acho importante fazermos algumas reflexões com objetivo de sabermos definir se devemos prosseguir e insistir na relação ou se é hora de assumir que o final chegou e partir para outra.


Por isso questione-se e reflita:

1ª) Você sente que está doando mais do que 50% e recebendo menos? Quanto você está doando e quanto está recebendo?

2ª) Sente-se pressionada(o), desanimada(o), estressada(o) quando está com a pessoa e mesmo assim insiste em modificar esses sentimentos?

3ª) Vocês traçam metas e compartilham de sonhos conjuntos ou cada um está vivendo totalmente por conta própria, a única coisa que dividem são as contas?

4ª) Os seus limites estão sendo respeitados, você respeita os limites do outro ou as brigas e a falta de sinceridade, limites e ética não estão mais presentes entre vocês?

5ª) Sente que as brigas se tornaram constantes? Essas brigas estão ganhando a luta contra a sinceridade, o diálogo e o respeito?


A melhor forma de resolver um problema é sermos honestos conosco, não fingir que tudo está tudo bem quando o caos impera. Dialogar com o parceiro é essencial. Se ambos concordarem em tentar levar adiante o que está desmoronando, ótimo, se apenas um dos dois está disposto a fazer concessões, tentar melhorar o que está ruim, nesse caso não há como prosseguir. É preciso dos dois para que a situação possa voltar à harmonia. Uma pessoa sozinha não consegue modificar a situação do casal e, principalmente, modificar o outro: ninguém muda ninguém.

Reflita, dialogue, exponha seus sentimentos ao outro, perceba se ele (a) está disposto (a), assim como você a lutar pelo relacionamento; perceba se você está disposta (o) a realmente lutar também ou se a sensação de término te traz alívio.

Pense... uma relacionamento é saudável quando doamos 50% e recebemos 50% , quando ambos estão traçando metas conjuntas, batalhando para que o sentimento não morra. A sensação de harmonia entre o casal é o melhor termômetro para saber quando estamos falidos ou não em nossa relação.

E caso a relação de fato esteja falida, precisamos erguer a cabeça e recomeçar. A partir dessa experiência é possível perceber o que iremos aceitar ou não no próximo relacionamento, o que não iremos mais admitir, o quanto precisamos nos valorizar, quais serão os nossos reais limites, o quanto estaremos dispostos a ceder.

Independente de estarmos sozinhos ou acompanhados, o que vale é a paz interior. Por isso faça uma limpeza interna, tenha lucidez e persiga isso de forma honesta. Afinal, o que vale é a nossa felicidade, independente do nosso estado civil e regras sociais.

Fonte: Tatiana Ades

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Por que nos isolamos?

Filosofia
Por que nos isolamos?
E por que é tão dificil pensar por si mesmo?
"Quero apenas dizer que todos nós nos isolamos em determinados momentos, seja em nome de nossa autonomia de pensamento, seja porque nos encontramos impossibilitados de comunicação. Muitas vezes, ambas as situações ao mesmo tempo"O que é, afinal, solidão? Em seu Dicionário de Filosofia, Abbagnano significa solidão de duas maneiras: o isolamento dos outros ou a busca de uma melhor comunicação.
Iniciemos pela primeira acepção: isolamento dos outros. Quais os motivos que levam alguém a isolar-se dos outros? Você já esteve numa situação de isolamento? Muitos pontos podem ser levantados aqui: que tipo de isolamento? Isolamento total? Isolamento de um grupo que não partilha as mesmas ideias que você? Isolamento de um grupo que o exclui por pensar diferente? Isolamento em um tipo de relação em especial, por exemplo, numa relação afetiva, ou de trabalho, ou familiar, ou ainda com alguns membros da família? Isolamento porque o convívio lhe aborrece?Assusta? Incomoda?

Abbagnano aponta duas situações de isolamento: o do sábio e o patológico. O sábio isola-se porque é autônomo, pensa por si mesmo. Assim sendo, o isolar-se dele não é um fechar-se para o mundo, ao contrário, exige abertura, disposição para ser provocado a refletir acerca de suas posições, e autonomia de pensamento para defendê-las ou abandoná-las independentemente do que pensa a maioria das pessoas, do que pregam as instituições vigentes.
Zaratustra

Ao ler o trecho do verbete de Abbagnano que diz:
“No primeiro sentido a solidão é a situação do sábio que, na sua figura tradicional, é perfeitamente autárquico e por isso isolado em sua perfeição”, a primeira impressão é de alguém que como o Zaratustra de Nietzsche, um dia resolveu viver apenas consigo mesmo.
“Aos trinta anos de idade, deixou Zaratustra sua terra natal e o lago da sua terra natal e foi para a montanha. Gozou ali, durante dez anos, de seu próprio espírito e solidão, sem deles se cansar.”

Você já experimentou, como Zaratustra, gozar de seu próprio espírito e solidão? Como é conviver consigo mesmo? Você se cansa de si mesmo? Fica entediado? Ou desfruta de sua agradável companhia? No consultório, observo, em grande parte dos casos, pessoas que não suportam viver consigo mesmas. Não suportam um segundo desse tipo de solidão. Algumas porque têm uma visão excessivamente negativa de si mesmas; outras porque têm medo do que podem descobrir estando em própria companhia; outras, ainda, porque interpretam essa solidão como abandono, como rejeição.

Há também pessoas, mas esses são casos mais raros, que convivem muito bem consigo mesmas, convivência essa que pode ser de diferentes níveis. “Preciso de um tempo comigo mesmo, um tempo pra mim”, com essa fala, alguns se jogam no sofá ou na cama por um tempo, voltam a atenção para dentro de si, sem necessariamente observar algo. Entram num mergulho absorto e nada aproveitam disso. Como quando ficamos horas em companhia de um amigo e o resultado disso é somente ter estado horas acompanhado desse amigo: nada observamos nele nem em nós, nada pensamos, nada sentimos, nada fizemos durante esse longo período. Não afirmo, é claro, que isso seja algo pernicioso ou desagradável, apenas uma forma de visitar seu próprio interior.
Autoleitura

Num outro nível, há pessoas que mergulham em si mesmas e fazem uma espécie de leitura do que se passa dentro de si. Suas fragilidades, seus medos, seus anseios, sua força, sua determinação... uma espécie de auto-avaliação a partir da qual decisões são tomadas, posturas são assumidas, formas de ser são modificadas. É como conviver com um amigo, novamente o amigo, um outro eu, que lhe questiona, que lhe mostra como você é, que lhe provoca a olhar seus pontos frágeis, que valoriza suas qualidades e lhe ajuda a decidir sobre os caminhos a serem trilhados. Mas nem sempre esse é um processo agradável e tranquilo, como nem sempre a conversa com um amigo é agradável e tranquila. Podem ocorrer conflitos, divergência de opiniões, sentimentos contraditórios, choques... você já esteve em choque, em conflito com você mesmo? De que maneira lidou com isso?

Há ainda muitos outros níveis e possibilidades, talvez tantos quanto as pessoas existentes no mundo, talvez bem mais do que isso, afinal, nossas relações variam no tempo, nos diferentes contextos e situações, dependendo de inúmeros fatores. Se você se relaciona com você mesmo, como faz isso? Talvez você me responda que depende da circunstância, do momento, se há ou não um assunto em questão. Enfim, mesmo em nossa própria companhia, em nossa relação com nosso próprio ser, não é possível delimitar um padrão.

Depois dos dez anos de convivência e gozo com seu próprio espírito e solidão, Zaratustra modifica-se: “
No fim, contudo, seu coração mudou; e, certa manhã, levantou-se ele com a aurora, foi para diante do sol e assim falou: ‘Que seria a tua felicidade, ó grande astro, se não tivesses aqueles que iluminas! São dez anos que sobes à minha caverna; e já se te haveriam tornado enfadonhos a tua luz e este caminho, sem mim, a minha águia e a minha serpente (...) Vê! Aborreci-me da minha sabedoria, como a abelha do mel que ajuntou em excesso; preciso de mãos que para mim se estendam’”.

Observemos que Zaratustra não estava totalmente sozinho. Ele partilhava a companhia de sua águia, de sua serpente, do sol, e ainda assim não lhe bastaram. Ele precisava
“esvaziar sua taça que estava a transbordar”, partilhar o que viveu, descobriu, sentiu, pensou. “E Zaratustra desceu a montanha”, em busca dos homens.
Pensar por si mesmo

Mas não pense que ele foi muito bem acolhido, aceito, ouvido, compreendido. Não! Ele trazia um discurso diferente:
“Nenhum pastor e um só rebanho! Todos querem o mesmo, todos são iguais; e quem sente de outro modo vai, voluntário, para o manicômio”. E você, como é acolhido quando partilha as descobertas do “pensar por si mesmo”? Conclui que deve ir, voluntário, para o manicômio? Muitas pessoas sentem-se assim quando pensam por si mesmas. As conclusões de seu pensar diferem, divergem radicalmente, do que pensa a maioria. E a maioria, surda e cega ao diferente, avessa a qualquer divergência, massacra, exclui, isola quem resolve caminhar por outras sendas.

Ainda na acepção isolamento, para definir o verbete solidão, Abbagnano prossegue:
“Fora desse ideal, o isolamento é um fato patológico: é a impossibilidade da comunicação que se liga a todas as formas da loucura”.

É interessante observar a proximidade entre a sabedoria e a loucura nesse conceito. O sábio e o louco são afetados pela solidão, solidão como isolamento. Mas no caso do sábio, trata-se apenas de uma postura de autonomia; no caso do louco, a impossibilidade de comunicação.

Você já esteve em situações onde comunicar o que pensava ou sentia era totalmente impossível? Onde não havia palavras ou meios para se fazer entender? Já passou pela sensação de “viver em outra dimensão”?
Ninguém é totalmente sábio, ou totalmente louco

Talvez pudéssemos alterar o ditado popular e dizer que: De sábio e de louco, todo mundo tem um pouco. Ninguém é totalmente sábio, ou totalmente louco. E o que apontamos, muitas vezes, como uma patologia, diz mais respeito às nossas afecções do que a modos de ser doentios.

Não quero, com isso, fazer uma apologia à loucura, à patologia, ou dizer que não existem situações em que a pessoa encontra-se tocada de forma tal que necessita de um tratamento. O termo patologia vem do grego pathos, afetado por. Todos nos afetamos, de uma maneira ou de outra, e por isso todos somos, num certo sentido, “animais doentes”, e por esse motivo, como diria Nietzsche, “animais interessantes”.

Quero apenas dizer que todos nós nos isolamos em determinados momentos, seja em nome de nossa autonomia de pensamento, seja porque nos encontramos impossibilitados de comunicação. Muitas vezes, ambas as situações ao mesmo tempo.

Talvez o sofrimento, apontado por muitas pessoas, como resultado da solidão, esteja entre a dificuldade em assumir a perspectiva de seu pensar autônomo – e consequentemente, expor-se à interrogação, à avaliação, ao questionamento, e muitas vezes, ao julgamento externo – e a dificuldade de comunicar algo tão distinto da opinião vigente.

Como você se posiciona? Procura, voluntariamente, o manicômio? Fecha-se em si mesmo? Cala-se? Ou desce da montanha e esvazia a sua taça?
Fonte: Monica Aiub

(Secret) You Belong to Me - Seal

I learned that I can not demand love from anyone ...
I can only give good reasons to like me ...
And be patient for life to do the rest ... (William Shakespeare)

(Just to say: I love you, forever ... Lia Nagel.


Manual de etiqueta: quem presentear no Natal?

Dezembro é o tradicional mês de presentear familiares e amigos.

É também a época de mostrar que você se preocupa com as pessoas que fazem parte da sua vida durante todo o ano, mesmo que à distância.
Mas sempre fica a dúvida: quem e como presentear, para não passar por nenhuma saia justa ou extrapolar o orçamento?

Ao presentear, priorize as pessoas mais próximas,
para quem realmente queremos demonstrar afeto

A publicitária Regina Martha Riscala, 54, começa a pensar na lista de Natal antes mesmo das lojas investirem nas decorações. Ela também faz questão de guardar algumas lembrancinhas para dar aos amigos como forma de retribuição. Mas nem todos conseguem se organizar com tanta antecedência –e, por vezes, o orçamento fica apertado para agradar a tanta gente.
Para traçar um pequeno manual de etiqueta do presente, o UOL conversou com três especialistas na área: o consultor de etiqueta e comportamento Fábio Arruda, a consultora em imagem, protocolo e organização de eventos Cristina Marques Fernandes e, também, com Maria de Fátima e Silva, consultora da Gelre, empresa especializada em Recursos Humanos.
O que comprar? Com quanta antecedência? Quando devemos entregar as lembrancinhas? Confira as orientações para não errar.

Quem devo presentear?

“Nossa prioridade são as pessoas mais próximas, para quem realmente queremos demonstrar afeto”, ensina o consultor de etiqueta Fábio Arruda. Claro que a lista pode ser mais extensa: tudo depende do interesse em desenvolver relações sociais e profissionais. É preciso, porém, manter o bom senso e ficar atento ao orçamento disponível. “O Natal é também uma ótima ocasião para presentear pessoas que habitualmente nos prestem serviços e a quem claramente estamos gratos por algo”, diz.

Para Arruda, toda gentileza gera gentileza. Ele sempre prepara uma lembrança especial para todos os seus prestadores de serviço. “Um panetone em uma embalagem bonita, por exemplo, mostra que você pensou naquela pessoa e que se importa com ela”, garante.

Quando somos convidados para uma festa de Natal, é preciso comprar presentes para todos os convidados ou só para os donos da casa? Arruda aconselha a levar um mimo para cada pessoa, mas alerta que não é uma regra. “O importante é nos preocuparmos com os menores e com os mais velhos. Nada impede que os anfitriões também sejam agraciados. Você pode levar um vinho para o jantar, por exemplo.”

Planeje:

Para evitar lojas e shoppings cheios –e o consequente mau atendimento e cansaço–, nada como se organizar e comprar os presentes com antecedência. O ideal é que as compras estejam completas pelo menos duas semanas antes do Natal, para ter uma folga de tempo caso alguma coisa fuja do previsto.

Segundo Cristina Fernandes, o ideal mesmo é que a lista de presentes seja pensada com a maior antecedência possível. “Dois meses é um ótimo prazo, mas isso depende da extensão da lista de pessoas a presentear”, ensina. Outra dica importante é manter uma lista com os presentes que se dão todos os anos, para evitar repetições. “A memória pode nos trair”, afirma a consultora.

Retribuir:

Para Fábio Arruda, se alguém for presenteado mas não tiver nada na hora para retribuir, o melhor a fazer é agradecer e na sequência mandar um presente. “Nada de inventar desculpas”, diz. E também não é preciso comparar os preços: “Não é porque alguém deu um presente caro que temos que presentear no mesmo valor. O importante é retribuir”, orienta.

Dar um presente caro só mesmo se for para alguém muito próximo ou para um prestador de serviço que te acompanha o ano inteiro, alerta Arruda. “Caso contrário, a situação só cria constrangimento, e essa não é a ideia do Natal.”

Amigo Secreto:

Presentear no trabalho pode ser arriscado. Por não conhecer tão bem as pessoas, pode-se escolher algo que desagrade, ou criar ciúmes ao presentear um e não outros. “Se a pessoa fizer questão de distribuir presentes, então deve escolher algo barato e igual para todos”, recomenda a consultora Maria de Fátima.

Uma boa forma de evitar desconfortos com os colegas é participar do amigo secreto. “O ideal é que se estabeleça uma faixa de preço para evitar constrangimentos”, sugere a consultora. Afinal, esse é um ótimo momento para a socialização, algo divertido para a equipe.

Lembrancinhas:

Na dúvida sobre o que comprar? Cristina lembra que existem alguns produtos fáceis de agradar e que não custam tão caro. “Uma planta, uma caixa de bons chocolates ou mesmo produtos gourmet como uma bonita caixa de café, chá ou especiarias de qualidade superior são ótimas escolhas”, diz.

Objetos cortantes, artigos de toilette e qualquer objeto que possa ser considerado uma invasão de privacidade, como roupas íntimas e flores, devem ser evitados.

É perfeitamente aceitável que os presentes sejam entregues com as respectivas etiquetas de troca, como forma de evitar desperdícios e dando liberdade ao presenteado. “Acrescente sempre um toque pessoal: um embrulho realmente bonito e cuidado, um cartão com uma mensagem personalizada. Entregue com delicadeza e, se for o presenteado, receba com satisfação e reconhecimento”, recomenda.

Fonte: LUCIANA ALVAREZ

I've Been Loving You Too Long - Seal (Especially for you ....)

"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso. "
(Antoine de Saint-Exupéry)
As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.

Afinal, o que é amar alguém? Existe alma gêmea?

Atitudes
Dicas e insights para seu aprimoramento pessoal

O amor é um dos maiores temas de todas as épocas, sobre ele muito se escreveu e se escreverá. As abordagens vão desde o romantismo adolescente e apaixonado, passam pela cumplicidade madura dos casais mais experientes e, não raro, pelo divã dos psicanalistas. Palavras e conceitos são bem diferentes. A maioria das nossas confusões afetivas parte da nossa incompreensão e da nossa inexatidão com respeito aos conceitos.

"Um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente"Afinal o que é o amor? Como é o amor? Existe realmente uma única definição para um tema tão complexo ou estamos reféns do relativismo? E, então, haverá tantas definições de amor quantas pessoas neste planeta?

Longe de desenvolver complicadas teses filosóficas a este respeito, sejamos práticos, vamos primeiro definir o objeto do nosso amor: ele está centrado em nós, no outro, ou em um tipo especial de relação entre nós e o outro?

Será que encontrei, de fato, o amor de minha vida?



Todos os dias você encontrará pessoas reclamando que não encontraram o grande amor de suas vidas. Não encontraram? Não procuraram? Não sabiam o que estavam procurando? Encontraram e não reconheceram? Encontraram e não souberam valorizar?

Na vida, você não encontra o que procura, apenas o que está preparado para encontrar.

Muitas pessoas se queixam da ausência do par ideal, mas não percebem que estão vivendo a ilusão da busca da sua outra metade e que, por consequência, se sentem divididos ao meio, seres incompletos em busca de alguém que os complete.

Buscar a outra metade significa delegar para outra pessoa a difícil missão de te fazer feliz e de suprir faltas que sua personalidade apresenta e que só podem ser supridas por você.

Seres humanos sempre serão “metades” diferentes que juntas não formarão uma unidade, mesmo nos casos de amor mais lindos e perfeitos que você conheça.
Quando duas pessoas “inteiras” se encontram podem ser felizes, já duas metades...

Vale o conselho em tom de ironia e brincadeira: “Se você quer ser feliz, não case; mas se quiser fazer alguém feliz, então case, pois duas pessoas com esta filosofia contribuirão uma com a felicidade da outra”.

União, expansão e crescimento



O desejo de união amorosa é mais lúcido se for um desejo de expansão e crescimento, de compartilhar universos diferentes em alguns aspectos, semelhantes em outros, mas onde a busca pela semelhança total ou a convivência com diferença plena seriam tolices.

Ninguém é responsável pela nossa felicidade e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.

Entregar a outra pessoa “o fardo” de fazer você feliz é eximir-se da responsabilidade sobre suas próprias emoções, sentimentos e escolhas e assumir o confortável papel de vítima. Afinal, se não der certo, a culpa é do outro que falhou em te fazer feliz.

Esse comportamento de fazer com que o outro se responsabilize por nossa felicidade caracteriza egoísmo, vaidade e narcisismo, pois parte do pressuposto que nós somos muito importantes, a tal ponto que o outro tenha a “obrigação” de nos fazer feliz. A pergunta é: Isso é amor pelo outro ou apenas por si mesmo?

Os dois casos mais frequentes nos relacionamentos amorosos são sempre os das pessoas que se apaixonam pelo “espelho” (alguém extremamente parecido com ela) e o daqueles que se apaixonam pelo seu oposto - alguém totalmente diferente dela.

No primeiro caso a pessoa não se dá conta que está procurando a confortável, porém, tola posição de não ter que aprender ou se adaptar a nada, afinal vive com uma cópia de si mesmo, seja real ou submissa.

No segundo caso, não se dá conta que está procurando alguém que compense as áreas não trabalhadas da sua personalidade e das suas competências sociais, transferindo ao outro tudo aquilo que tem dificuldade em fazer. Em ambos os casos, observamos um nítido egoísmo de face facilmente reconhecível: o narcisismo.

Como eternizou Caetano, “narciso acha feio o que não é espelho”.

Sejam quais forem os caminhos escolhidos para falar do amor (paixão é outro tema) perceberemos que amor é legitimamente um sentimento que parte de nós em direção ao outro e não algo que esperamos parta do outro em relação a nós.

O desejo de amor está ligado ao desejo de expansão, à presença simultânea das semelhanças e diferenças. O sentimento de amor mais legítimo que podemos conceber parte sempre de uma doação sem necessidade de submissão; de tolerância sem necessidade de omissão; de compartilhar sem necessidade de auto-abandono. Amar é somar, multiplicar e dividir, nunca subtrair.

Amar continua sendo a maior aventura e o maior desafio da espécie humana!

Por isso, um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente.

Fonte: Carlos Hilsdorf




I'll stop loving you ...

"One day I'll lose the sweetness, the tenderness and the serenity,
The heart will be cold, and I'll stop loving you.
On this day, my sun will not warm more, my star will not shine no more,
And I will not return.
The dream of being with you in the most important moments of my life be quenched,
and I'll learn not to dream anymore...
I will not remember your phone, and I not want to hear your voice anymore.
I can cry, regret, suffer and think of our moments, but it will pass.
And all that live, that was important, it will be a page turning point in my life.
I'll stop loving you ... "

Nietzsche - Human, All Too Human

Alimentos que ajudam a evitar problemas cardiovasculares

A revista Shape de dezembro traz uma seleção dos melhores alimentos para evitar problemas cardiovasculares. De acordo com a publicação americana, ingredientes com capacidade de limpar as artérias prometem se tornar a nova febre nutricional. Dados da Organização Mundial da Saúde, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas morrem em todo o mundo vítimas de problemas cardiovasculares.

Queijo, café e laranja podem ajudar a evitar problemas arteriais

Embora revolucionária, a ideia de que o consumo de determinados nutrientes pode limpar as veias do corpo humano ainda é polêmica na comunidade médica. Os especialistas afirmam que, sozinhos, nenhum alimento é capaz de transformar as artérias doentes em saudáveis.

Contudo, adicionar certos alimentos na dieta do dia a dia pode prevenir o entupimento das veias e o aumento do colesterol ruim no corpo, o que evitaria doenças. Esse cardápio especial inclui fontes de fibras e ômega-3 como salmão, amêndoas e abacate, entre outros.

A seguir, veja os 20 alimentos que desempenham um importante papel para manter a saúde das artérias:

Abacate: um estudo publicado no México na década de 1990 mostrou que pessoas que consomem essa fruta tiveram uma queda no nível de colesterol ruim (LDL) e aumento do colesterol bom (HDL).
Grãos integrais: a fibra contida nesses alimentos (como pães e arroz integral e aveia) se liga às moléculas de colesterol do seu organismo e as leva para fora do seu corpo.
Azeite de oliva: estudos mostraram que pessoas com 65 anos ou mais que usavam óleo de oliva para cozinhar ou temperar a salada tinham 41% menos de chances de sofrer um AVC.
Nozes: ricas em gordura monosaturada, vitamina E, ômega-3 e alfa-linolênico, reduzem os níveis de colesterol ruim no sangue e diminuem as chances de doenças do coração, segundo a American Heart Association.
Alimentos com fitoesteróis: encontrados em algumas margarinas e produtos à base de soja, essas substâncias competem com o colesterol durante a digestão e impedem a sua absorção.
Salmão e atum: consumir peixes ricos em ômega-3 duas vezes por semana diminui os riscos de ataque cardíaco, graças ao aumento do colesterol bom no sangue e a quedra nos níveis de triglicérides.
Aspargos: muito utilizado na Europa, o vegetal diminui naturalmente a pressão arterial, reduzindo as chances de um ataque cardíaco causado por anos de alimentação errada e artérias entupidas.
Romã: a fruta contém substâncias antioxidantes que protegem a parede das artérias. O suco da fruta também estimula o corpo a manter a pressão arterial sob controle.
Brócolis: rico em vitamina K, que protege as veias. O alimento também é uma importante fonte de fibra, o que ajuda a manter a pressão arterial e o colesterol sob controle.
Açafrão: o tempero é considerado um poderoso antiinflamatório e ajuda a controlar problemas como a arteriosclerose.
Caqui: cheia de polifenóis e com o dobro de fibras e antioxidantes de uma maçã, a fruta ajuda no controle dos níveis de triglicérides.
Suco de laranja: de acordo com estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, ingerir dois copos da bebida pode diminuir a pressão arterial e ainda melhorar as funções dos vasos sanguíneos.
Spirulina: esta alga esverdeada (comumente encontrada na forma de suplementação em pó) ajuda o fígado a processar o colesterol, reduzindo seus níveis no organismo.
Canela: apenas uma colher de chá deste poderoso antioxidante diminui a gordura no sangue, prevenindo a formação de bloqueios.
Cranberries: rica em potássio, estas frutinhas diminuem consideravelmente os riscos de ataque cardíaco, de acordo com inúmeras pesquisas médicas.
Café: uma pesquisa holandesa mostrou que pessoas que bebem pelo menos duas xícaras de café por dia (mas não mais do que quatro) tiveram as chances de sofrer um ataque cardíaco reduzidas em 20%, indicando que o consumo moderado é benéfico.
Queijo: um estudo recente do Brigham and Women's Hospital e Harvard Medical School descobriu que consumir três porções de queijos magros ajuda a reduzir a pressão arterial do corpo.
Chá verde: a bebida é rica em catequinas, substâncias que se mostraram eficientes em baixar os níveis de colesterol do organismo, ajudar na perda de peso e ainda prevenir tumores.
Melancia: um estudo realizado na Universidade da Flórida indicou que a melancia é capaz de alargar os vasos sanguíneos, reduzindo assim a pressão sobre eles.
Espinafre: rico em potássio e acido fólico, a verdura reduz as chances de doenças cardíacas em 11%.

Fonte: Terra