Conexão Lia Nagel

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

The Most Beautiful House to Have - Wally Hermès Yacht

O MAIOR NAVIO DE TODOS OS TEMPOS (OASIS OF THE SEAS)

Top 10 Biggest Cruise Ships In The World

O que levar em uma mala para uma viagem de cruzeiro

Dicas para quem quer fazer cruzeiros marítimos

Dicas para viajar num cruzeiro ....

1- A dica mais importante é escolher bem em qual navio viajar. Hoje em dia há cruzeiros para todos os gostos, públicos e faixas etárias. Saídas temáticas destinadas a fãs de axé music, praticantes de corrida ou artistas plásticos também são cada vez mais comuns. Procure se encaixar em um cruzeiro que combine com seu perfil pois a maior parte do tempo é gasto dentro do navio.

2 - Procure comprar a passagem com antecedência porque os preços costumam subir à medida em que a data da partida se aproxima e o número de vagas diminui.

3 - Não se esqueça de que além do preço do pacote também será necessário arcar com taxas portuárias, que variam de acordo com o cruzeiro, mas costumam ficar em torno de US$ 100 por pessoa.

4 - Costuma ser mais econômico ir de ônibus para o porto de Santos do que pagar o estacionamento no local. Verifique com a agência de viagem horários dos traslados oferecidos pelas empresas.

5 - Os navios costumam ter muitas opções de restaurante e refeições com comida à vontade várias vezes ao dia. A dica então é aproveitar que também há academia e outras opções para a prática esportiva a bordo para não voltar da viagem com quilinhos a mais.

6 - Já as bebidas são cobradas em dólar e têm preços salgados. Não adianta levar bebidas de casa pois as garrafas poderão ser confiscadas caso sejam encontradas por camareiras ou funcionários do navio.

7 - Os navios possuem lojas do tipo "free shop" que funcionam apenas durante os deslocamentos entre cidades, e nunca quando a embarcação está atracada. Os preços são muitas vezes convidativos, mas bebidas, por exemplo, somente serão entregues aos passageiros ao final da viagem.

8 - Os transatlânticos possuem médicos e farmácia a bordo, mas os preços costumam ser bastante elevados e nem sempre é possível encontrar determinado medicamento. Procure levar de casa remédios de uso habitual.

9 - Nunca é demais levar um bom remédio para enjôo. Navios de grande porte balançam pouco e somente quando estão em movimento, mas durante os deslocamentos entre uma cidade e outra esse balanço é constante e dura várias horas. Sapatos de salto muito alto e bebida alcoólica em excesso não são recomendados pelo mesmo motivo.

10 - Informe-se na agência de viagem sobre os trajes da viagem, que variam de acordo com o navio. Há pacotes que incluem jantares de gala e chegam a exigir terno e vestido longo.

11 - Leve protetor solar. Boa parte das áreas comuns do navio são ao ar livre e provavelmente será desagradável não poder aproveitá-las devido a queimaduras.

12 - A forma mais simples de pagar as despesas a bordo é com cartão de crédito. Se levar um cartão, o passageiro só precisará de dinheiro vivo se desembarcar do navio. Lembre-se que a maioria das embarcações não aceita cheques.

13 - Informe-se sobre a voltagem utilizada dentro do navio e sobre possíveis diferenças entre as tomadas brasileiras e dos transatlânticos, que geralmente vêm da Europa ou do Caribe para a temporada na costa brasileira.

14 - Ferros de passar não costumam ser permitidos a bordo por representarem risco de incêndio. É necessário pagar pelos serviços de lavanderia para passar a roupa. Também para evitar incêndios, a tripulação aconselha que não sejam jogados cigarros para fora do navio porque o vento pode trazê-los de volta para um deck inferior.

15 - É possível fazer ou receber ligações e utilizar a internet de dentro do navio, mas fique atento às tarifas. Quando estiver ancorado em alguma cidade, a utilização do celular dentro do navio ou de um orelhão em terra pode ser mais econômica.


Fonte: ViagensTurismo, Google


Guia rápido: O que voce deve saber sobre Cruzeiros Marítimos ...


Como são as cabines de um cruzeiro

Existem vários níveis de cabine a bordo. Os preços sobem conforme aumentam os tamanhos das opções e também dos benefícios. Para escolher a cabine mais adequada ao seu orçamento e à sua necessidade, dê uma olhada na planta do navio junto ao seu agente de viagens.

Descontos para comprar um cruzeiro

Quem compra antes paga menos não só porque consegue vagas nas cabines mais baratas, mas porque tem direito a promoções especiais.

Minicruzeiros

São viagens de três ou quatro noites. É uma ótima alternativa para quem nunca viajou de navio e quer ter uma amostra da experiência, sem risco de enjoar.

Taxa portuária

Ela não está incluída no preço do cruzeiro e varia de acordo com o número de noites e os portos visitados ao longo do cruzeiro. Deve ser paga ao agente de viagens.

O que levar na bagagem de mão

Vale a pena ter um biquíni ou os objetos mais urgentes à mão porque sua bagagem pode demorar um pouco para chegar à cabine. Se ela tiver o formato de uma mochila, pode ser reutilizada durante os passeios realizados nas cidades em que o navio para.

Que tipo de calçado levar num cruzeiro

Os calçados devem ser muito confortáveis para circular pelo navio. E os sapatos com sola de borracha evitam escorregões nos deques.

Dinheiro no navio de cruzeiro: cartão de crédito internacional ou dólares

A moeda oficial do navio é o dólar. Mas não precisa rechear o bolso de notas o tempo todo. No início da viagem, você recebe um cartão magnético no qual serão armazenados todos os seus gastos. Para isso, é preciso, logo no início da viagem, apresentar o seu cartão de crédito internacional ou fazer um depósito caução em dólares.

Documentos necessários para fazer um cruzeiro

Nos cruzeiros pelo Brasil e naqueles que param na Argentina e no Uruguai, basta embarcar com a carteira de identidade original. Já quem for viajar para outros mares estrangeiros precisa levar passaporte. E também precisa se informar se o país de destino exige visto para brasileiros. As regras também valem para os menores de idade, que ainda devem portar autorização especial dos pais se estiverem desacompanhados.

Que roupa usar num cruzeiro

Apenas a noite do comandante exige um traje mais formal, como terno ou blazer para os homens e vestido fino para as mulheres. No jantar dos outros dias não é preciso se vestir com tanta formalidade, embora não seja recomendável entrar no restaurante de calção e chinelo. No resto do dia, todo mundo usa roupas leves de verão, como maiô, calção, short, bermuda ou vestidinho de praia.

Check-in no cruzeiro

Ele é encerrado uma hora antes da partida do navio, por isso é recomendável chegar ao porto cerca de três horas antes da viagem.

Portos de parada do cruzeiro

Ao longo do roteiro, os navios param em várias cidades turísticas, nas quais ficam algumas horas para você descer e passear. Alguns desses lugares não têm exatamente um porto, mas um cais. Neste caso, o navio fica fundeado no meio do mar e os passageiros pegam lanchas (chamadas tenders) para ir até o cais de desembarque.

Refeições no cruzeiro

Todos os alimentos consumidos a bordo estão incluídos no valor da viagem, mas as bebidas são pagas à parte.

Serviços disponíveis num cruzeiro

Centro médico: os navios têm departamentos médicos muito bem equipados. As consultas e os remédios são cobrados à parte.
Cofres: estão presentes em todas as cabines, para você guardar com segurança dinheiro, documentos, joias e outros itens valiosos.
Excursões em terra: podem ser compradas nos balcões de informações dos navios e têm duas vantagens: você passeia com os companheiros de viagem e não corre o risco de perder a hora do reembarque.
Fotos: durante todo o cruzeiro há fotógrafos clicando os melhores momentos da viagem. As imagens ficam expostas em uma galeria especial e são vendidas para quem desejar.

Limite de compras no exterior

Quem viaja de avião para o exterior pode gastar, no máximo, US$ 500 em compras, sob pena de pagar multa de 50% sobre o valor excedente (por navio ou via terrestre, a cota de isenção cai para US$ 300). A parte boa é que, desde outubro de 2010, celulares, máquinas fotográficas, relógios, roupas, sapatos e cosméticos não precisam ser declarados. A Receita Federal classifica esses objetos como de uso pessoal e, por isso, não entram na cota de isenção. Em compensação, para qualquer item há um controle sobre o número de unidades (veja o quadro).

Fique atento:
  • A Declaração de Saída Temporária de Bens foi extinta. Esse documento era emitido antes do embarque, a pedido do turista, para comprovar que ele já era dono dos equipamentos importados levados na viagem. Era a melhor forma de prevenir eventuais confusões na alfândega - como o fiscal da Receita alegar que o produto fora comprado naquela temporada no exterior.
  • Para não correr o risco de pagar imposto por algo que você já tinha, leve a nota fiscal do equipamento.
  • Se você não tiver o comprovante, melhor deixar o eletrônico em casa; essa regra não se aplica a produtos nacionais.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O poder da visão - Mudança de vida

Um video que mudará sua vida

La Renovacion del Aguila

Dr. Oz Tips- Heart Attacks & Diet

Ejercicios para Hernia Disco

Exercícios para dores na coluna parte1

Você é um "workholic"?

Não é novidade de que a exigência do mercado em relação à performance dos profissionais tem aumentado a cada dia. Essa realidade é decorrência de vários fatores, principalmente a alta competitividade evidenciada entre as empresas, bem como em relação às próprias pessoas que estão em constante processo de desenvolvimento e querem garantir uma carreira promissora.
O resultado desse processo de cobranças contínuas é pessoas com um ritmo acelerado de trabalho em vários segmentos e funções organizacionais. Quando o colaborador consegue administrar bem sua vida pessoal e profissional, ótimo. Mas não são raros os casos de indivíduos que em virtude de inúmeras cobranças, passaram a fazer parte do "clube" dos"workaholics" - os viciados pelo trabalho.

A seguir, destaco algumas características de que tornou as atividades laborais em uma compulsão:

1 - As pessoas obcecadas pelo trabalho não mantêm um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Não encontram tempo para um momento de descontração, mesmo que seja algo simples como fazer uma caminhada, assistir a um bom filme ou ouvir uma música que goste.

2 - Mas não são apenas os momentos de lazer que os workaholics deixam de lado. Geralmente, o relacionamento com a família também é colocado em segundo plano. Ele não consegue conversar com o cônjuge, acompanhar o desenvolvimento dos filhos e tampouco fazer uma simples ligação para as pessoas mais próximas e que o amam.

3 - Como prioriza apenas o trabalho, não encontra outras atividades para seu próprio bem. Isso compromete o relacionamento com os familiares, os amigos e termina no "isolamento".

4 - A sua vida tem duas prioridades: metas e obrigações que precisam ser cumpridas, mesmo que isso o leve ao desgaste físico e mental.

5 - A compulsão pode levar o indivíduo a perder a própria identidade e, por conseguinte, não reconhecer seus próprios limites. Respira 100% trabalho e tem a sua autonomia comprometida. Acredita que sua vida é resumida à empresa.

6 - A preferência pelo ambiente de trabalho à própria casa é notória. O vício o leva a chegar mais cedo e sempre sair depois dos colegas. E se alguém questiona o motivo do expediente prolongado, o workaholicalega que precisa adiantar alguma atividade e isso se repete e quase ou durante toda a semana.

7 - Caso a energia do seu departamento seja desligada, isso não é problema. Ele reúne algum material do trabalho e assim que chega à residência, senta-se à mesa, não para fazer uma refeição, mas sim para rever algum relatório ou listar as prioridades para o dia seguinte. Ah, o computador, lógico, também é um ótimo companheiro para um viciado no trabalho fechar o dia com "chave de ouro". Afinal, sua produtividade conta com a aliada tecnologia.

8 - Quando a sexta-feira chega, ele se sente desanimado, porque passará dois dias longe da empresa. Para aliviar a sua "angústia", leva alguma atividade para fazer em casa. Quando o Fantástico começa, sua alegria torna-se visível porque a "segundona" é muito bem-vinda.

9 - Se o calendário marca que um feriado está próximo e se o mesmo for prolongado, não consegue controlar o sentimento de inconformismo. Afinal, não encontra motivos para deixar de trabalhar, feriado é um dia como outro qualquer.

10 - Férias? As férias já estão próximas? Que péssima notícia para um viciado no trabalho. Lógico que durante sua ausência, surgirão problemas e como a empresa vai se "virar" sem sua presença? Ele sempre tenta adiar ou entrar em acordo com a organização, para não ficar tanto tempo ausente.

11 - Aposentadoria é uma palavra de baixo calão e que apavora o viciado pelo trabalho.

12 - Caso precise tirar alguns dias de licença médica, entra em desespero e mesmo que esteja com uma doença infectocontagiosa como "catapora", coitados dos colegas de trabalho. Ele é capaz de usar blusas com mangas compridas em pleno verão, apenas para esconder as marcas das "bolinhas" e a irritação na pele.

13 - O "workaholic" está sempre competindo com os demais profissionais e consigo, isso porque está disposto a extrapolar os próprios limites.

14 - A sua motivação, geralmente, resume-se à ganância, à vaidade, à necessidade de se autoafirmar e uma ideia fixa de assimilar completamente o ritmo acelerado do mercado trabalho.

15 - De tanto priorizar apenas o trabalho, o "workaholic" se esquece de que precisa cuidar da saúde. Os reflexos, cedo ou tarde, surgirão e as consequências mais comuns são: exaustão física e mental; alterações na pressão arterial; problemas cardíacos; insônia; dores de cabeça; depressão; complicações gástricas; alteração no humor; agressividade, entre outros.


Fonte: Patrícia Bispo

Aprenda a errar direito!

Você vai errar.

Não tem jeito!


Não falo sobre erros que podem ser evitados, mas daqueles que são frutos das mudanças que nos cercam: o que dava certo pode não dar mais, as inovações que geramos podem conter equívocos.

O jeito é aprender a lidar com o erro.

O primeiro passo é conceituá-lo novamente: uma resposta diferente ao que foi planejado não é necessariamente um resultado ruim. Sobretudo, um erro não é mais razão para que se desista de um projeto.

Sempre me intrigou a mágica que acontece nos bastidores de algumas convenções: o equipamento que falha, um palestrante que não pôde comparecer, e nos vemos forçados a alterar nossos planos.

Ao fim, parece que nada poderia ter sido melhor do que a mudança: É como se o incidente tivesse gerado uma energia e uma criatividade especial...

É claro que as coisas não têm de ser assim, mas é preciso deixar uma porta aberta para a criatividade e o improviso à medida que as interações surgem.

Este dom pode ser levado para o campo das inovações.

Há inúmeros exemplos de produtos bem sucedidos que foram frutos de erros ou do acaso – a maionese, a penicilina e o post it são alguns deles.

Há casos também de produtos destinados a um público alvo que acabaram fazendo sucesso junto a outros públicos, como os caixas eletrônicos nos Estados Unidos: destinados inicialmente a executivos, acabaram sendo utilizados acima de tudo por imigrantes que não falavam bem o inglês.

E qual é afinal esta nova forma de lidar com o erro?

Seguem algumas dicas:


Planeje sempre.


Além do plano B e do plano C, mantenha um estado de alerta permanente para os resultados.

Preocupe-se não apenas em acertar, mas em aprender extrair as lições do imprevisto.

Se não servirem para um projeto atual, servirão para o próximo.


Previna-se.


Faça uma lista das possíveis consequências favoráveis e desfavoráveis.

Não pense em soluções perfeitas, mas sim, naquelas cujos benefícios valem a pena.

Divida as consequências ruins em reversíveis e irreversíveis.

Prepare-se para administrar as primeiras e evitar as segundas.


Diferencie erro de surpresa.


Não considere errado tudo o que for diferente do planejado.
Procure as oportunidades embutidas nas surpresas. Provavelmente você as encontrará.

Corrija rápido.

Se algo realmente não estiver dando certo, corrija.
A grande sabedoria aqui está em distinguir persistência de "murro em ponta de faca".
Pessoas bem sucedidas tendem a não desistir dos resultados que querem alcançar, mas são flexíveis com relação à forma de atingi-los.

Improvise.

Desenvolva e utilize esta habilidade.
Ela é fundamental, principalmente quando se lida com pessoas.
Não adianta exigir os comportamentos que você gostaria de presenciar.
Pelo contrário, reconheça que as respostas dos outros são tesouros para seu aprendizado.


Conclusão:


Erre sim.

Erre muito, mas erre bem.


Assim você garantirá seus acertos.


Assimiliará mais conhecimento e aprendizado.


Fonte: Gisela Kassoy


Algumas frases para meditar:


A sabedoria de um homem não está em não errar, chorar, se angustiar e se fragilizar, mas em usar seu sofrimento como alicerce de sua maturidade.

Augusto Cury


De nada adianta a liberdade se não temos liberdade de errar.

Mahatama Gandhi


Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.

Albert Einstein


Errar é humano. Ser apanhado em flagrante é burrice.

Millôr Fernandes


Errar é humano. Culpar outra pessoa é política.

Hubert H. Humpherey


O único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar.

Albert Einstein


Errar é humano, mas também é humano perdoar. Perdoar é próprio de almas generosas.

Platão


Uma coisa é querer aprender. Outra é querer garantias de que não vai errar.

Geraldo Eustáquio


Todos nós podemos errar, mas a perseverança no erro é que é loucura.

Zenão de Cítio Zenon


Justificar um erro é errar outra vez.

Textos Judaicos

O maior erro que você pode cometer: é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.

William Shakespeare


O maior erro na vida é o de ter sempre medo de errar.

Elbert Hubbard


Qualquer pessoa pode errar; mas ninguém que não seja tolo persiste no erro.

Marcus Cícero


Todos os homens são passíveis de errar; e a maior parte deles é, em muitos aspectos, por paixão ou interesse tentada a fazê-lo.

John Locke