Conexão Lia Nagel

sábado, 29 de janeiro de 2011

Um video que mudará sua vida

Depressão: Tudo o que Você Precisa Saber ...


.....Depressão é o nome que se dá a certos estados de sofrimento psíquico, que podem causar desordens no comportamento, na afetividade, no humor e na relação com o meio ambiente. Várias fatores são responsabilizados como causadores de depressão: hereditários, constitucionais, biológicos, psicológicos e sociais.


.....A depressão pode se manifestar de diferentes formas e, por isso, são inúmeros os sintomas que se envolvem e se associam para determinar o seu diagnóstico. Além disso, é uma doença que pode atingir pessoas de todas as idades, mesmo aqueles jovens em que a variação de humor, as crises emocionais e a rebeldia possam parecer normais para a idade.


.....É uma doença que apresenta sintomas de duração e gravidades importantes, podendo, inclusive, comprometer a pessoa que está deprimida a levar uma vida normal. Além do tratamento psicoterápico, há necessidade de se introduzir o tratamento farmacológico ou biológico.


.....O tratamento feito por psicólogos ou psiquiatras ou mesmo pelo médico da família é muito importante para o paciente compreender a doença e desenvolver formas de lidar com ela, mas a ajuda da família e dos amigos é muito mais importante na recuperação desse paciente. O tratamento é demorado e os resultados não são imediatos, por isso, é preciso der muita paciência e força de vontade.


Os sintomas da depressão e suas consequências


  • ISOLAMENTO DO CONVÍVIO FAMILIAR - O isolamento ocorre porque há perda de parte da identidade e do interesse pelas outras pessoas. Este isolamento agrava ainda mais a doença e seus sintomas.
  • DESINTERESSE PELAS ATIVIDADES NORMAIS - A pessoa quando está deprimida acredita que o seu desejo nunca será alcançado, por isso perde a busca pelo ideal, pelos objetivos e pelo amor próprio, havendo pouca ou nenhuma coisa que lhe desperte o interesse.
  • PERDA DA AUTO-ESTIMA - O deprimido perde a autoconfiança, levando-o a um estado de auto depreciação. O sentimento de culpa é um estado doloroso, no qual a pessoa se vê como alguém que está quebrando uma regra, porém, manifesta-se de maneira hostil ou agressiva.
  • CONCENTRAÇÃO DIMINUÍDA - O paciente perde o interesse, fica abatido e ansioso e tem dificuldade de interpretar o mundo à sua volta.
  • INQUIETAÇÃO E HOSTILIDADE - Em alguns quadros o paciente fica inquieto, irritado e com comportamento agressivo. A apatia promove um atraso nas idéias e como conseqüência a pessoa se retrai socialmente, e seu estado fica confuso e tem dificuldade de tomar decisões.
  • PERDA DE INTERESSE PELO TRABALHO - Quando a pessoa está deprimida costuma se ausentar do trabalho, muitas vezes, o motivo é a fraqueza ou a fadiga, e como conseqüência a atenção , a concentração e a produtividade diminuem.
  • O APETITE É ALTERADO - Normalmente, há um quadro significativo de perda de apetite, em algumas situações o paciente chega ao extremo de se negar a comer. Entretanto, também é freqüente um aumento exagerado do apetite.
  • DIMINUIÇÃO DO APETITE SEXUAL - Normalmente o deprimido perde o interesse e a satisfação sexual, que vêm também acompanhados da perda de esperança em relação ao futuro.
  • CANSAÇO - O humor triste, o ânimo e a energia baixos levam o deprimido a um quadro de fadiga crônica, com diminuição da força e da atividade física.
  • INSÔNIA - É um quadro comum e acompanhado de dores crônicas de cabeça ou de distúrbios gastrointestinais. O quadro também pode ser o inverso, um estado de sonolência permanente, com total apatia, cansaço e lentificação.
  • IDÉIA DE SUICÍDIO - O baixo rendimento no trabalho ou na escola, a tristeza, as alterações da personalidade e do comportamento, a desesperança, a agressividade, a sensação de pânico e o fato de falar constantemente na morte, podem ser sinais indicativos dos risco de suicídio da pessoa deprimida. A intervenção deve ser imediata, tanto do ponto de vista psicoterápico como farmacológico.




Depressão: Amante Causador de Muitas Separações...


Depressão é uma doença muito comum em todas as sociedades. Tem aumentado sua freqüência em populações mais jovens. É a segunda causa de morte (por suicídio), superada apenas por acidentes entre os jovens americanos.
Ocorre em todas as idades, sua incidência atinge cerca de 6% da população, e cerca de 20% das pessoas irão apresentar ao menos um episódio depressivo ao longo da vida. Pode se apresentar de várias maneiras, aí é que começa a complicação.

A definição de depressão pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da Classificação Internacional de Doenças (CID - 10), implica que devam estar presentes em graus variados de intensidade, nos episódios típicos, humor deprimido, perda de interesse e prazer nas atividades, energia diminuída levando a uma fadiga aumentada e atividade diminuída.
Podem ocorrer idéias suicidas, e pessoas deprimidas suicidam trinta vezes mais que a população geral.
Hoje sabe-se que a depressão é acompanhada por alterações em substâncias no Sistema Nervoso Central, os neurotransmissores, principalmente a noradrenalina e a serotonina. É também vista como uma condição crônica em muitos casos necessitando tratamento prolongado.

Cerca de dois terços dos deprimidos não procuram ajuda médica, tentam se tratar com receitas caseiras, uso de vitaminas, busca religiosa e outros recursos.

Contudo a depressão não se limita a alterações neurobiológicas. É antes uma experiência de profunda dor, que mobiliza os sentimentos mais primitivos tanto no deprimido como nas pessoas com quem convive.


Ocorre que entre os deprimidos observa-se comportamentos que visam reduzir o mal estar, e alguns destes comportamentos é que definimos como "Amante" causadora de separações.

A pessoa deprimida está com os piores sentimentos em relação a si mesma, com idéias de culpa, de inutilidade, redução da auto-confiança e auto-estima. É compreensível que alguém neste estado queira se livrar dele, da maneira que puder. Que sinta inveja de quem não está deprimido, e que fique mais amarga e hostil na convivência.

Muitas vezes o deprimido apresenta redução do desejo sexual, se o parceiro não compreende, pode acusar o outro de estar com amante. Outras vezes o deprimido pode ao contrário apresentar comportamento promíscuo, buscando relações sexuais descabidas na tentativa heróica de aliviar sua angústia. Pode fazer uso de bebidas alcoólicas e drogas com a mesma finalidade. O bem estar é passageiro, o sentimento de culpa e irritabilidade aumentam, o desempenho no trabalho fica mais comprometido. Se neste momento de intensa fragilidade houver perda de emprego, conflitos ou separações conjugais, o risco de suicídio se potencializa.

Não é hora de julgar comportamentos, é momento de compreensão - o deprimido está fazendo o que pode para sobreviver, não que seja o melhor, mas é o melhor que pode fazer.


Esta pessoa que já se sente só, ficará realmente desamparada, e na companhia dos piores sentimentos que pode experimentar.

Quando duas pessoas se unem, fala-se em comunhão de bens; que estarão unidos na saúde e na doença, na alegria e na tristeza. Quanto à comunhão de bens e união na saúde e alegria, não há grandes problemas, contudo quando surgem os males, as doenças, as tristezas, o que era antes meu bem pra cá, meu bem pra lá, muitas vezes culmina em separação e acaba com meus bens pra cá, e seus bens pra lá - suas doenças e seus males também.


Ninguém diria a uma pessoa com a perna fraturada, para ela andar fazer passeios para a perna melhorar. É comum familiares, amigos e às vezes médicos tentarem ajudar como podem. Dizem a pessoas deprimidas para esquecer os problemas, ou que não tem problemas para se deprimir, que existem pessoas em pior situação e não se entregam, ou sugerem férias e passeios. A tolice é tão grande como quando o deprimido usa drogas ou sexo para melhorar seu mal.

Partilhar e entender esta experiência de dor não é tarefa fácil e não depende só de boa vontade. Depende de condição interna para acolher até onde possível essa angústia, e encaminhar o companheiro que padece desse mal a quem de competência para tratamento adequado.


A metade dos deprimidos que procuram ajuda médica procuram clínicos, em função de seu mal estar físico e certo preconceito quanto a procurar psiquiatras. Após vários exames clínicos normais, e infelizmente algumas prescrições de "calmantes", que mais agravam a depressão, cerca de 5 % dos deprimidos chegam ao psiquiatra. Se o tratamento for bem conduzido com uso de medicamentos, e algumas vezes auxílio de psicoterapia, 80% dos casos respondem ao tratamento. Ainda existem casos refratários a todos os tratamentos existentes.

Dedico este texto a todas as pessoas que experimentam ou experimentaram a dor da depressão, tão difícil de ser expressa. Dedico também a seus familiares e companheiros, na esperança de que possam compreender melhor e respeitar essa dor, talvez a mais humana das dores.


Fonte: Dr. Luís Carlos Calil é Professor da Disciplina de Psiquiatria Clínica da FMTM - Especialista em Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria.

Depressão, Gênero Feminimo

.....A depressão é um dos maiores problemas de saúde do mundo. De uma forma ou outra, cerca de 17% da população tem um ou mais episódios de depressão suficientemente grave durante sua vida. Para a maioria das pessoas, esses episódios são relacionados a algum acontecimento adverso, como a morte de uma pessoa próxima, a perda de um emprego, a falta temporária de perspectivas, o sofrimento com doenças crônicas, etc. São as chamadas depressões ocasionais, ou situacionais, e geralmente se corrigem sozinhas, com o tempo; ou com uma psicoterapia de apoio.


.....Entretanto, algumas pessoas têm depressões graves, verdadeiros distúrbios mentais, altamente debilitantes. Para essas pessoas,a depressão é um manto negro e pesado, que cobre e sufoca tudo, causando um sofrimento indescritível, uma diminuição enorme da auto-estima, do otimismo e da vontade de viver. Os estudos mostram que entre 2,5% a 6% da população pode sofrer depressões deste tipo.

.....Os psiquiatras sabem, hoje, que este tipo de depressão grave tem origem biológica, tendo sido detectadas numerosas alterações na bioquímica e até na anatomia do cérebro. Usando técnicas ultrasofisticadas de obtenção de imagens do cérebro, como a tomografia de emissão positrônica (PET), os pesquisadores são capazes praticamente de medir quantidades de determinadas substâncias químicas liberadas pelas nossas células cerebrais, chamadas de neurotransmissores. Esses estudos mostraram que os deprimidos graves têm um grande déficit de um neurotransmissor chamado serotonina, que está envolvido no controle das emoções. Além disso, determinadas áreas do cérebro, como o giro cingular subgenual, que também faz parte dos circuitos cerebrais das emoções, apresentam uma diminuição de quase 50 % no número de células nervosas de um deprimido grave, em relação a uma pessoa normal. Assim, não é de se surpreender que a maioria dos medicamentos antidepressivos modernos, como o famoso Prozac, ajam efetivamente no cérebro através do aumento da serotonina; compensando o déficit que o deprimido grave tem.



.....Um fato intrigante a respeito da depressão, no entanto, é que a incidência é muito maior entre as mulheres do que entre os homens. Levantamentos epidemiológicos recentes, como um estudo feito na Itália com quase 1000 pessoas, e outro feito nos EUA, com mais de 8 mil pessoas, mostram que a depressão grave atinge quatro vezes mais mulheres do que homens, e que depressões ocasionais ou bipolares (alternância entre euforia e depressão), atingem duas vezes mais mulheres do que homens. Além disso, as mulheres têm uma maior duração da doença, apresentam maior número de sintomas, somatizam mais, e geralmente relatam depressões mais graves e difíceis de tratar. Um número muito maior de mulheres é internado em hospitais para tratar depressão do que homens também (quase cinco vezes mais).


.....Qual seria a causa desse fenômeno? Teria ele uma origem cultural e psicológica, ou também poderia ser explicada por fatores biológicos ?

.....Um dado interessante é que as mulheres são mais atingidas pela depressão na fase premenstrual (principalmente associada coma famosa tensão premenstrual, ou TPM) e no período antes da menopausa. Coincidentemente ou não, são fases em que os hormônios femininos, como o estrogênio e a progesterona, diminuem muito seu nível sangüíneo. A terapia de reposição de estrogênio, que está sendo muito usada para compensar a diminuição natural causada pela menopausa, melhora, entre outra mostrou que a resposta de queda de serotonina ao estresse é muito maior nas mulheres).


.....O importante é que todas essas descobertas sirvam para progredir o tratamento da doença depressiva, e que tenhamos cuidado em não discriminar as mulheres por causa da maior incidência (existem empregadores que evitam contratar mulheres nas fases de idade consideradas mais problemáticas, como entre os 40 e 50 anos, e essa é mais uma diminuição de oportunidades de trabalho para uma minoria já bastante discriminada).

Fonte: Dr. Renato Sabbatini - médico e professor





O álcool e a moçada dupla terrível!!!

Os jovens e o álcool





.....Os jovens estão bebendo, bastante e cada vez mais cedo. A oferta é muita, o acesso fácil. Comece já o trabalho de prevenção!



.....A bebida está rolando solta entre a moçada. Não é difícil ouvir comentários sobre o consumo de álcool por jovens, às claras ou sem muitos subterfúgios, até em bares próximos às escolas, no intervalo das aulas. Ignorando a proibição legal, discotecas, danceterias e bares vendem bebidas para menores de idade, sem maiores cuidados.



.....Propagandas sedutoras são veiculadas na TV, cinemas e revistas banalizando o consumo das bebidas alcoólicas. Num país tropical como o nosso, os comerciais de cerveja sofisticam-se e competem entre si, brigando por sua fatia de mercado. No verão a loira gelada associa-se a prazer, o que pode ser verdade para os adultos, mas atinge em cheio a moçada.



.....Além disso, o álcool é tolerado e aceito socialmente. Ninguém se espanta ao ver um garoto com uma latinha de cerveja na mão ou uma menina bebendo um copo de vinho. Os pais, com razão, temem a ameaça da maconha, cocaína, crack e outras drogas consideradas pesadas, mas são complacentes com relação à bebida, até porque esta faz parte da vida social, do churrasco no final de semana ao uisquinho para relaxar. Afinal, quem não tem um caso de porre ocorrido na mocidade para contar? Realmente, se os adultos não consideram o álcool uma droga fica complicado esperar que os jovens o façam.




.....Os primeiros goles, que há uma década aconteciam por volta dos 15 a 16 anos, atualmente já ocorrem com 53% dos adolescentes entre 10 e 12 anos. Pesquisas mostram ainda que a grande maioria entra em contato com a bebida em casa, portanto é necessário que os pais estejam atentos desde cedo para iniciar a prevenção. Limites claros devem ser colocados com maior firmeza, quanto mais nova for a criança.



.....Dizer não é papel dos pais, e não apenas intransigência careta e gratuita! Não tenha dúvida, é mais fácil acostumar os pequenos do que enfrentar a rebeldia dos adolescentes. Isso vale inclusive para aquela bicada na sua caipirinha ou cerveja com a desculpa de que é para acostumar com o gosto.



.....O cuidado e a proteção dos filhos são funções dos pais. No caso das drogas, a proibição representa exatamente isso. Quanto mais tempo você conseguir mantê-los longe da bebida melhor. Eles vão tentar dobrá-lo, fazer cara feia, dizer que os pais dos amigos permitem e usar de todos os argumentos para tirar você da sua proposta, mas é preciso ser firme, ainda que a sua cerveja esquente...




.....Estudos comprovaram que o combate ao alcoolismo deve ser iniciado em casa. A maioria dos jovens com alto grau de dependência começou o consumo em família. É grande o número de filhos dependentes graves, cujos pais têm problemas de alcoolismo. Segundo alguns estudos, há um componente genético que colabora com o desenvolvimento da doença. Não se espante com a terminologia, pois o alcoolismo é considerado doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Famílias em que esse problema é presente em avós, tios ou pais têm mais chances de se defrontar com a dependência dos jovens. Além disso, o ambiente familiar e social é um fator importante.




.....O hábito de usar a bebida para aliviar a tensão, por exemplo, é um comportamento aprendido em casa, e é aí que as coisas se complicam. A questão não está em abrir uma garrafa de vinho ao jantar ou na cerveja do final de semana, mas sim em precisar de um trago nas situações estressantes, para enfrentar obstáculos ou relaxar do dia estafante. A adolescência é uma fase complicada e o álcool não pode assumir o papel de facilitador, no sentido de ajudar os jovens a lidar com suas dificuldades. Se os pais fazem isso, é provável que os filhos repitam esse comportamento.



.....Procure ser coerente. Discurso e ação devem combinar entre si, pois a moçada aprende não só através das falas e conselhos formais, mas - também e principalmente - a partir dos modelos concretos vivenciados no dia-a-dia. Exemplo é fundamental, fique atento, inclusive, para comentários ambíguos envolvendo questões relacionadas ao álcool: as crianças tudo registram...




.....Diante desse panorama, cabe lembrar ainda que, se é grande a quantidade de adultos que perdem o controle após alguns goles a mais, o que dizer da moçada com o seu metabolismo ainda em formação? Os excessos alcoólicos são responsáveis, até, pelo alto índice de acidentes fatais no trânsito, o que é uma ótima razão para alertar seu filho adolescente para que, de forma alguma, aceite carona com um amigo que bebeu.



.....As estatísticas mostram, também, que o álcool está presente, de forma expressiva, nos traumas físicos, brigas, mortes violentas e suicídios. Todo esse quadro, mesmo sendo assustador, não atinge a onipotência da moçada. Sabe como é... de acordo com eles, isso só acontece com os outros, não é verdade?



.....Além do fascínio que a bebida representa para os jovens, ainda há a pressão do grupo. Para não se sentirem por fora, acabam entrando no jogo. Com receio de serem chamados de pirralhos, não enfrentam os companheiros. Daí para chegar de pileque em casa falta pouco, muito pouco mesmo...



.....Se isso acontecer, espere seu filho estar totalmente sóbrio para ter uma conversa. Nem tente entrar num bate-boca desgastante enquanto o comportamento dele estiver alterado. Esse papo precisa ser franco e aberto. Evite o tom moralizante e procure passar informações consistentes a respeito dos efeitos do álcool sobre o cérebro e o organismo em geral.



.....Enquanto for possível, acompanhe a garotada até as festas, leve-os e busque-os e, se vierem com outro pai, espere por sua chegada em casa e observe o seu comportamento, isso vai dar pistas sobre a presença de bebidas à disposição, ou levadas por algum convidado.



.....Mais importante do que essas orientações e cuidados possam sugerir, é fundamental manter, sempre, um canal de comunicação aberto com seu filho, desde pequeno. Procure, sempre que possível, conversar sobre o cotidiano dele, suas amizades, problemas na escola e outros tantos assuntos que possam surgir. Ao invés de falar, tendência de muitos pais, procure ouvi-lo, pois somente assim você poderá perceber suas dúvidas e angústias e se transformar no tão necessário apoio para sua complicada e difícil passagem da infância para a vida adulta.



Fonte: Lucy Casolari - pedagoga e educadora