Conexão Lia Nagel

terça-feira, 8 de março de 2022

Porque os homens gostam das mulheres poderosas?




Alguns princípios:

Se a escolha for entre ter dignidade e ter um relacionamento, a mulher poderosa prioriza a dignidade acima de tudo.
A mulher poderosa é a mesma pessoa do começo ao fim do relacionamento. Ela não se afasta dos amigos, não abre mão da carreira nem de seus passatempos prediletos. Ela nunca faz concessões que a violentem para manter o homem a seu lado, não se deixa humilhar e tem consciência do próprio valor. Ao contrário da boazinha, ela não tolera desrespeito.
A mulher poderosa tem enorme respeito por si mesma e faz as escolhas que contribuem para o seu crescimento. Como ela não tem medo, é ele quem fica com medo de perdê-la. Como não se mostra carente, o homem começa a sentir necessidade dela. Como não depende dele, ele passa a depender dela. É como um ímã ao contrário. A pessoa que é menos dependente do resultado do relacionamento atrai a outra automaticamente.
Pense com carinho na mulher poderosa, porque não se trata de uma pessoa dominadora, arrogante ou agressiva. Não é uma mulher rude que fala em um tom de voz áspero. Ela é gentil, mas firme. Ela diz clara e serenamente a sua verdade e ouve a dos outros. Ela afirma seu desejo, mas é capaz de negociar e até de abrir mão de determinadas questões para manter o equilíbrio do relacionamento. Assim, é mais fácil para o homem lidar com a mulher poderosa do que com aquela que faz chantagem emocional, se descontrola ou se submete para prendê-lo. Aqui estão 10 características que definem a mulher poderosa:
1. Ela mantém a própria independência.
Não importa se ela é garçonete ou empresária. Ela gosta do que faz e da capacidade de se sustentar com seu trabalho.

2. Ela não corre atrás do homem.
A lua, o sol e as estrelas não giram em torno dele. Ela não corre atrás do homem nem vigia seus passos. Ele não é o centro do Universo.
3. Ela é misteriosa.
Existe uma diferença entre ser verdadeira e dizer tudo o que sente. A mulher poderosa escolhe o que quer revelar e tem um universo próprio. Nesse sentido, ela é imprevisível e desperta a curiosidade.
4. Ela deixa espaço para que ele sinta saudade.
Ela não o vê todas as noites, não deixa longas mensagens em sua caixa postal nem se torna íntima da secretária dele logo após o primeiro encontro. Os homens gostam de sentir falta da mulher – isso os estimula.
5. Ela procura resolver os próprios problemas.
Ela não despeja sobre ele suas preocupações, sobretudo no início do relacionamento. Busca outros recursos, reflete e, se acha conveniente, divide com ele as questões resolvidas. Procura acalmar-se antes de conversar.
6. Ela mantém o controle.
Ela vai devagar, principalmente quando ele tem pressa. Ela se move no próprio ritmo, e não no dele, evitando que ele assuma o controle sobre ela.
7. Ela não perde o senso de humor.
O senso de humor dá leveza à relação e demonstra seu desprendimento. Entretanto, ela é capaz de tratar com seriedade qualquer questão que ele levante.
8. Ela se valoriza.
Quando ele a elogia, ela agradece e não tenta convencê-lo de que está enganado. Ela não pergunta sobre a ex-namorada dele e não compete com outras mulheres.
9. Ela tem paixão por outras coisas além dele.
Uma mulher com múltiplos interesses é muito mais fascinante do que aquela cujo único foco parece ser o homem. Como ela tem vida própria e independente, ele terá uma parceira com quem trocar experiências. E a mulher poderosa não se sente sozinha e relegada a segundo plano quando ele está ocupado com outras coisas.
10. Ela trata o próprio corpo com gosto e entusiasmo. Ela cuida da aparência e da saúde. A auto estima e o respeito de uma pessoa por si mesma se refletem na aparência física. Ela não deixa de usar batom vermelho porque ele não gosta dessa cor. Também não abre mão de se cuidar só para ficar mais tempo com ele. Mesmo porque um homem que não deseja que a mulher se cuide não merece qualquer atenção.
Fuja dele!


A maior diferença entre uma mulher poderosa e uma mulher boazinha é o medo. A poderosa mostra que não tem medo de perder o homem.
Margareth Atwood afirmou que “o medo tem um odor, assim como o amor”. Dizem que as origens da excitação e do medo se encontram na mesma parte do cérebro. Quando um homem fica ligeiramente receoso de perder uma mulher, sua excitação aumenta.
A psique masculina é como uma planta. Precisa de água, mas também de ar para respirar. Dar a um homem muita certeza logo no início do relacionamento é o mesmo que encharcar uma planta. Pode matá-la.
As mulheres precisam mudar o conceito que fazem das po derosas. Elas são gente boa. São doces e femininas. O que as diferencia é que não tomam decisões baseadas no medo de perder um homem.
A diferença entre a poderosa e a boazinha não está na personalidade nem no comportamento. Não tem nada a ver com agressividade. Uma mulher é poderosa simplesmente porque não está disposta a abrir mão de si mesma.
Aja como se fosse um prêmio e ele acreditará.
Outra forma de se rebaixar é comparar-se a outra mulher. Por- tanto, nunca deixe transparecer quando se sentir ameaçada por uma beldade. Se você quiser fazer com que uma mulher nota 6 passe a valer 12, basta demonstrar que se sente ameaçada. Se você se mantiver tranqüila e segura - mesmo que por dentro a presença dela a ameace –, seu acompanhante ficará fascinado porvocê. E, então, algo curioso acontecerá. De repente, a outra mulher não parecerá tão ameaçadora. O poder que ela tem é o que você lhe dá.
Uma amiga chamada Samantha foi convidada por um rapaz que acabara de conhecer para assistir a uma luta de boxe. No intervalo entre os rounds, uma mulher sensual, quase nua, entrava no ringue segurando uma placa com um número. O rapaz olhou para a moça e, em seguida, virou-se para ver a reação de Samantha. Ela agiu com naturalidade, sorrindo para ele. E con- tinuou com a mesma postura todas as vezes que a mulher apareceu: serena, como se a outra nem existisse. No final do ter ceiro assalto, seu parceiro já nem prestava atenção na mulher semi nua.
Ele ficou tão fascinado por Samantha que, no trajeto até a casa dela, não parou de dizer como a achava incrivelmente linda. O relacionamento prosseguiu e se solidificou. Minha amiga agiu de maneira exemplar, mas não se pode dizer o mesmo do comportamento do rapaz. No caso de Samantha deu certo, mas geralmente um homem que, no primeiro encontro leva a mulher a um local onde há nudez feminina está passando a mensagemde que não pretende ficar com ela por muito tempo. Se o seu novo parceiro a convidar para ir a umdesses lugares, fique atenta. E, sobretudo, não se sinta impelida a competir com outra mulher. Seja você mesma em qualquer ambiente. Além disso, não se esforce para atrair um homem sexualmente. A coisa mais fácil que existe é deixar um homem excitado, mas isso não gera relacionamentos duradouros. A questão não é excitá-lo. É ele se manter assim depois de se satisfazer. Esse é o ponto essencial.
Homens de qualidade são atraídos por menos, não por mais. Atitudes discretas são mais estimulantes do que grandes exibições. Discrição não significa falta de beleza ou ausência de uma pitada de provocação. Se um homem vê uma mulher elegante de terninho e coque, já começa a imaginar como ela ficará com o cabelo solto e sem tanta roupa. Volto a afirmar: a parte mais difícil não é despertar o interesse masculino, é saber mantê-lo.
Muito do processo de construção de um relacionamento só lido depende do seu autocontrole. Dedique-se, seja companheira, mas não exagere. Não telefone demais, não passe horas na cozinha fazendo um banquete para ele nem se vista de ma- neira excessivamente provocante. Lembre-se: se você vender a alma para manter um relacionamento, vai ter que pagar a conta depois.
À medida que o relacionamento se aprofundar e você ad quirir confiança, vai se sentir mais segura para saber que atitu- des tomar. Talvez queira se vestir de maneira mais sensual, preparar pratos especiais, inventar novidades excitantes na cama. Mas aí ele saberá que você faz isso porque o ama e se sente amada e quer presenteá-lo com suas atenções e cuidados. Não se deixe influenciar pelos anúncios na televisão. A mulher que mantém o interesse masculino não é a que se sente con fiante por causa de uma minissaia, um piercing no umbigo ou um vestido preto com decote profundo. A mulher poderosa não se fia nesses detalhes para se sentir bem com ela mesma. Ela confia no seu valor como mulher.
“Ele tem que me aceitar como eu sou!”, diz a mulher boazinha. Aceitar? De jeito nenhum, amiga. Acorde. Ele tem é que ser louco por você. Aceitação não tem nada a ver com isso. Ele aceita um capacho. Mas deseja a princesa encantada. Se você quer aceitação, procure um grupo de auto-ajuda. Estamos falando do que o faz suspirar. Tudo começou quando ele era criança. Quando recebeu de presente de Natal algo que não pediu e com o qual brincou por cinco minutos. O brinquedo que ele amava era aquele que ficava lá na última prateleira da loja e com o qual ele sonhava. Foi preciso juntar meses de me sada para comprá-lo. E é desse que ele sempre se lembrará, por que teve que fazer por merecê-lo.
Vamos novamente comparar as situações:

Ela: “Estou fazendo tudo o que posso para conquistá-lo.”
Ele: “Ela está se esforçando demais. Está desesperada.”
Ela: “Quero ser franca e direta.”
Ele: “Ela fala demais.”
Ela: “Estou cuidando dele.”
Ele: “Ela quer ser minha mãe.”
Ela: “Estou me doando totalmente para que tudo dê certo.”

Ele: “Ela é boazinha mas cansativa/ Falta química entre nós.”

ELA TEMBOROGODÓ:
Borogodó significa “atrativo pessoal irresistível”, aquele algo especial que não se sabe bem descrever. Que qualidade é essa? É a da mulher segura de si, que se sente confortável na própria pele e que dificilmente alguém consegue perturbar. E se consegue, ela administra bem a perturbação.
Isso não tem nada a ver com aparência. Há inúmeras mu- lheres belíssimas que são dispensadas todos os dias. Também não se trata simplesmente de inteligência. Mulheres de todos os tipos, das mais brilhantes àquelas com um QI mediano, podem fazer ou não sucesso. O segredo está no fascínio que você causa, no mistério que evoca.
Quando você perde a capacidade de criarfaís ca, o relaciona- mento perde o fogo. Pense na relação como se fosse um palito de fósforo. Você é a superfície áspera da caixa. Quando essa superfície se desgasta, é muito mais difícil acender o fósforo. Por exemplo, o homem diz: “Preciso de um tempo para pensar.” A boazinha responde, aos prantos: “Por favor, não me deixe.” A poderosa concorda e, por mais que sofra, mantém a serenidade. Pode até se oferecer para ajudá-lo a fazer as malas. Por quê?
A. Ela gosta de ajudar.
B. Ele não sabe fazer as malas sozinho.
C. Ela gosta dela mesma.
Dica: Acertou quem respondeu C.

Como gosta dela mesma,a mulher poderosa não deseja ficar ao lado de alguém que não a queira. Ela não se joga aos pés do homem e implora que ele fique. Ela se respeita – e respeita a decisão do parceiro. Não perde o equilíbrio e permanece no controle da situação. E, assim, encanta o companheiro, reavivando o relacionamento.
Você já observou que muitas vezes, quando está ocupada ou entretida com algo de seu interesse, seu parceiro vem beijá-la no pescoço e tenta chamar sua atenção? Vire o rosto, sorria e volte a se concentrar no que estava fazendo. Ele vai ficar curioso. Mas, se você sempre largar todos os seus afazeres para transformá-lo no centro das suas atenções, é muito provável que ele desapareça.
A visão que você tem de si mesma influenciará o homem. Isso funciona de duas maneiras. Assim como uma mulher de aparência normal pode se tornar linda por causa daquilo que transmite, uma mulher linda pode se torna feia aos olhos de um homem se for muito insegura. Se ele foi atrás de você, é porque a considera atraente. Um comportamento tranqüilo e seguro irá convencê-lo de que você é deslumbrante. Você já percebeu que o importante é gostar de si mesma e se valorizar. Se não consegue isso, procure a ajuda de um terapeuta. Caso contrário, esses conselhos não surtirão efeito por que sua atitude externa não refletirá uma segurança interna.
Então, vamos repetir: nunca admita – nem para você mesma – que não é bonita. Se você se achar feia, correrá o risco de se tornar feia para os outros. Gosto é algo subjetivo. O que para um homem é “feio”, para outro, é “lindo”. O primeiro encontro envolve mais a aparência. Nos seguintes, o qeu conta é a sua atitude, sua segurança e sua postura. Se você começar o relacionamento se mostrando dependente, ele vai se afastar. Mas, se ele a vir como algo que não pode ter, conquistá-la será um desafio. Mais uma vez, não se trata de um jogo. Trata-se de compreen- der a natureza humana e de se comportar de acordo com ela. Um homem sempre vai desejar o que não pode ter. Quando uma mulher se mostra desinteressada, conquistar o amor dela passa a ser um desafio.
É possível que no início o homem procure deixar a mulher insegura. Mas, se ela mantém o seu nível de dignidade e auto estima, de repente a dinâmica muda e aquele cara que tinha horror a relacionamentos começa a sonhar em tê-la como com- panheira. Mas, se você cede imediatamente, ele não vai lhe dar o mesmo valor. As mulheres erram ao se desmerecerem na frente dos homens. Nunca fale sobre a cirurgia plástica que deseja fazer ou o peso que precisa perder. Se ele a elogiar, não tente convencê-lo de que está enganado.
Se você perceber que está sendo modesta, humilde ou qualquer delírio similar, corrija o problema imediatamente. Acolha o elogio e alegre-se com ele. As mulheres têm a perversa ten- dência de negar os elogios que recebem, chamando imediata- mente a atenção para qualquer ponto negativo. Por favor, resista à tentação e não faça isso! Acolha o elogio, agradeça e alegre-se! Você precisa acreditar que é um bom partido para que os ou tros também acreditem nisso. O que as mulheres precisam entender é que, quando um homem considera uma mulher um prêmio, a aparência tem muito pouca importância. O que conta é o conjunto. Quando exclamamos “Que mulher linda!”, muitas vezes estamos falando da postura, da personalidade que transparece, do interesse que a mulher desperta.
Algumas vezes o homem não telefona de propósito, só para ver como você reage. Faz parte da natureza do homem sondar para ver até que ponto ele consegue se dar bem. Este mesmo comportamento se observa em crianças e até em animais domésticos. É um comportamento típico.
Recuar também é algo que os homens fazem para se sentirem mais seguros. Nenhum homem vai dizer: “Querida, preciso saber o que represento para você.” Em vez disso, ele se retrai para ver a sua reação. Quando você demonstra desamparo ou indignação, isso dá a ele uma sensação de controle. E se você se comporta sempre da mesma maneira, com o passar do tempo ele deixa de enxergá-la como umdesafio mental. Mas, se ele não pode prever sua reação, você passa a representar um desafio.
Muitas vezes o homem recua porque precisa de liberdade para respirar. Se ele se afastar mais tempo do que o normal, procure aceitar isso com a maior serenidade possível. Dessa forma, ele vai ficar sem saber se você sente saudade (ou melhor, se precisa) dele. Mas quando o homem percebe que a mulher tem uma carência enorme, o mais provável é que se afaste, por estar assustado ou desinteressado. Tente não dizer coisas do tipo: “Por que você não me ligou?” ou “Por que você desapareceu durante uma semana?”. Se você agir como se isso não tivesse tanta importância (porque você tem vida própria e outras formas de diversão), ele irá procurá- la se estiver de fato interessado. Por quê? Porque não vai achar que tem total controle sobre você.
Há pouco tempo, uma importante revista voltada para o público adolescente deu às meninas o que considero um mau conselho. Disse que deviam colocar bilhetes em lugares inesperados, como na mochila ou no armário do rapaz, ou “escrever uma poesia e deixá-la no pára-brisa do carro dele”. Como se isso não bastasse para matar o relacionamento, a revista suge- riu fazer uma surpresa ao namorado, mandando entregar uma pizza na casa dele. Muito bem. Faça tudo isso e o que você ganha? Uma receita mágica para convencê-lo de que você não larga do pé dele!
Fonte: Sherry Argov em "Porque os homens amam as mulheres poderosas"; Lia Nagel


quarta-feira, 2 de março de 2022

A ditadura da beleza: perfeição!!???

Há milhares de anos, o homem procura encontrar padrões de beleza que sejam, além de precisos, universais e atemporais.
Dessa maneira, um rosto poderia ser considerado belo tanto na Grécia Antiga, como na Itália renascentista do século XV ou na Hollywood de hoje em dia.
Os gregos recorreram a uma fórmula para definir as proporções de um rosto perfeito.
Os antigos gregos foram os primeiros a observar que animais e plantas crescem de acordo com leis matemáticas.
Então, pensaram eles, só deve haver uma maneira de resolver o problema da estética: equacionar os padrões de beleza e transformá-los em fórmulas matemáticas.
Porém, foi somente depois de muitos séculos que o gênio renascentista Leonardo da Vinci descobriu a medida exata da beleza humana, conhecida como proporção áurea.
madona do cravo leonardo da vinci 227x300 Estévia como adoçante natural e os ideais estéticos
Segundo essa equação, o corpo e o rosto, quando são bonitos, apresentam uma determinada proporção matemática: de 1 para 1,618. Esta seria a relação de equilíbrio e simetria ideais para um corpo ou um rosto humano serem considerados bonitos.
Levando em conta essa regra, a largura da boca é 1,618 maior do que a largura do nariz. E a largura da boca ideal, por sua vez, deve ser 1,618 maior do que a distância entre seu canto externo e a ponta da bochecha. Até os dentes entram no esquema. Assim, a largura do dente incisivo central deve ser 1,618 maior do que a largura do incisivo lateral.
Ou seja: a simetria facial, universalmente encarada como um fator determinante de saúde e beleza para homens e mulheres, poderia se resumir na proporção ideal de 1 para 1,618.
Só que vamos combinar que isso é um tanto difícil, certo?
E para facilitar os cálculos, o cirurgião plástico americano Stephen Marquardt desenvolveu uma máscara da beleza ideal baseada nessa proporção.Conclusão: só os rostos que se encaixassem nas medidas da máscara seriam considerados simétricos, portanto, bonitos.
Conceito subjetivo Mas será que Gisele Bündchen, dona de um nariz marcante, seria considerada pouco atraente só porque suas medidas faciais não casam à perfeição das proporções da máscara do cirurgião americano?

Para a cirurgiã plástica Flávia Lira Diniz, não dá para dizer se um rosto é belo ou não apenas analisando medidas.
"O conceito de beleza é subjetivo. O que é bonito para mim, pode não ser para você. O que devemos procurar, entretanto, é ter um rosto de proporções equilibradas, não propriamente simétricas, com medidas exatas. Uma face harmoniosa é aquela agradável de olhar em seu todo."
Um exemplo é o rosto do ator Tom Cruise. Pela proporção áurea, seu nariz não seria considerado um modelo de perfeição. "Porém, quando olhamos para seu rosto como um todo, o defeito se torna pequeno, pois há harmonia em sua face", diz a cirurgiã plástica.

Regras básicas:
Existem também outros parâmetros de beleza nos quais os profissionais podem se nortear.
Inúmeros estudos sobre proporções e harmonia facial mostraram que as mulheres consideradas mais bonitas no mundo ocidental apresentam certas características em comum.
Conheça algumas delas:
- A região malar (osso malar) deve ser proeminente, mas sem exageros;
- Essa área deve se prolongar até o osso zigomático e em direção à parte superior do lóbulo da orelha;
- Um sinal de beleza é a leve depressão que deve existir nas bochechas, formada pelas proeminências dos ossos malar e zigomático de um lado e da mandíbula do outro. A depressão, chamada por alguns especialistas de efeito blush, deve ficar no lugar onde é aplicado esse produto de maquiagem;
- Uma mandíbula bem delineada, com proporções adequadas entre seu ramo ascendente e o corpo e com um ângulo quase reto entre essas duas partes, também é considerado um padrão de beleza do mundo ocidental;
- Um bom equilíbrio entre os tamanhos do nariz e a projeção do queixo completam o quadro;
- Para avaliar a harmonia facial, devem ser levadas em conta as proporções entre todas as partes do rosto.
Dessa forma, antes de pensar em qualquer correção de medidas, o cirurgião plástico analisa cuidadosamente as relações existentes entre olhos, boca, nariz e bochecha, por exemplo, e não se limita a analisar apenas se o nariz é pequeno, grande ou muito largo.
"Além disso, não devemos estudar apenas as proporções faciais, mas a relação destas com o corpo e até com a personalidade da paciente. Ou seja, o que deve ser analisado é o conjunto do físico e o psiquismo da paciente e não somente a parte que possa estar atrapalhando o todo", avisa a cirurgiã plástica Flávia Lira Diniz, da Clínica Faciall.
O rosto perfeito: existe?
O pessoal da Star Magazine resolveu criar "o rosto perfeito" usando como modelo os rostos mais requisitados por pacientes dos cirurgiões plásticos de Hollywood, Toby Mayer and Richard Fleming. 

O olho azul do 007 Daniel Craig, o nariz de Leonardo DiCaprio e os lábios de Matt Damon fazem o rosto masculino perfeito.

Os olhos de Katie Holmes, o nariz de Katherine Heigl, as bochechas de Keira Knightley, os cabelos de Jessica Simpson e é claro os lábios de Angelina Jolie, fazem o rosto feminino mais desejado por mulheres.



Por que os estereótipos de beleza transformam as mulheres comuns em "baleias assassinas"?
Estereótipo é a radicalização de um modelo, que quando levado às últimas consequências pode acarretar sérios distúrbios psicológicos.

A sociedade de consumo foi construída com base em estereótipos, pois foi a maneira mais eficaz de estabelecer conflitos psicológicos que desembocam na busca insaciável de enquadramento das pessoas aos padrões sociais.


As maiores vítimas dos estereótipos são as mulheres, pois sofrem na pele pressões de toda a natureza que as impulsionam a modificar suas formas corporais em função dos padrões vendidos atualmente aceitos que, no entanto, são extremamente variáveis ao longo do tempo.

Nos perfis das usuárias de redes de relacionamento é possível constatar quase que exclusivamente dois grandes grupos de estereótipos:



Morena de olhos verdes.

Tenho 28 anos, morena de olhos verdes, alta, cabelos longos pretos e lisos, pele macia e cheirosa, coxas torneadas, bumbum arrebitado, peitinhos firmes, boca muito bonita.

Loira de olhos azuis.


Tenho 24 anos, sou loira, alta, olhos azuis, cabelos compridos e seios firmes e bumbum delineado.

Morena Loira
Onde estão as baixinhas, feias, cabelo ralo, velhas, gordas e de olhos pretos? Por estas características não atenderem aos estereótipos, elas são simplesmente banidas dos perfis, pois as mulheres que não se enquadram neles, comparadas às beldades da mídia recém saídas de “banhos” de photoshop, são baleias assassinas.

Alguns Esteriótipos de beleza

Lábios carnudos
Lábios carnudos

A mídia vende o padrão de lábios tipo Angelina Jolie. Quem não os têm, que injete silicone.

Bumbum durinho e arrebitado



Dizem que preferência sexual do brasileiro é o traseiro saliente. Porém nem todas as etnias que compõem o nosso espectro populacional são dotadas de recursos genéticos que atendem plenamente ao estereótipo de bunda de anúncio de cerveja. Então as mulheres recorrem amiúde ao recurso cirúrgico da implantação de próteses de silicone.

Seios redondos, grandes e empinados.
O problema básico das mulheres comuns quase sempre tem algo a ver com seios. Os pequenos são rejeitados socialmente, tendo que ser avolumados via próteses de silicone e os naturalmente grandes tendem a ser caídos, outro crime cometido contra o estereótipo que exige seios obrigatoriamente dotados de dons de levitação.
Dentes perfeitos e alvíssimos
Dentes antes depois
Dificilmente as atrizes que atuam em telenovelas escapam da técnica da resina imediata, para que possam se enquadrar no estereótipo dos dentes perfeitos, eliminando desta maneira as peculiaridades individuais.
Corpo magro e anoréxico
Corpo magro e anoréxico.
A indústria da dieta movimenta bilhões de anos por ano, ocasionando as duas faces da mesma moeda: ou as mulheres se entregam definitivamente aos prazeres da mesa e caem na obesidade, ou se dedicam tão compulsivamente ao moedor de carne das dietas, que se convertem em anoréxicas. A mídia mostra todo o tempo nas telas a anorexia como uma maneira imprescindível para o caminho do estrelato. Frente às figuras de campos de concentração de Auschwitz que desfilam nas melhores passarelas do mundo fashion, é difícil convencer as adolescentes que elas alguma vez triunfarão com seus corpos “cheinhos”.

Barriga de tanquinho
barriga de tanquinho
Adeus às famosas barriguinhas de modelos sexuais do século passado, como a da Marilyn Monroe. Hoje, as barrigas foram abolidas definitivamente do gosto estético e substituídas por superfícies musculosas cheias de calosidades. Este estereótipo deu um upgrade na venda de serviços prestados pelas academias e a na indústria da lipoaspiração.
Corpo eternamente bronzeado
estética do corpo bronzeado
O tipo de câncer mais incidente no Brasil é o de pele, diretamente causado pela estética do corpo bronzeado, que provém do estereótipo da abominação ao corpo descolorido.

Cabelos fartos
Cabelos fartos
Ou você já nasceu com a genética de cabelos profusos caindo como cascatas, ou terá que implantar cabelos artificiais. A mídia vai te esfregar na cara tantas modelos cabeludas vendendo shampoos e cremes condicionadores, que você vai se sentir careca se não fizer alguma coisa.
Panturrilhas salientes
Panturrilhas salientes
O sistema não aceita perna de galinha, fina em baixo e grossa em cima. O estereótipo exige panturrilhas bem torneadas e salientes. Tal enquadramento termina via de regra na mesa cirúrgica, através da implantação de próteses de silicone.
Juventude eterna
Eterna juventude
Não é dado o direto das mulheres envelhecerem, muito menos as famosas. O estereótipo trabalha com o paradigma da beleza ideal localizado na faixa etária entre os 15 e 30 anos. Fora disto, só a recorrida frenética aos recursos anti aging, que envolvem gastos consideráveis em soluções cosméticas e cirúrgicas, é capaz de refrear as pressões sociais pela eterna juventude.
O rosto perfeito de photoshop
Mulher perfeita por photoshop.

O que aconteceria se fosse possível juntar o melhor das belezas de mulheres estonteantes como Angelina Jolie, Carlizina Jolectron e Carmem Electra? A materialização de um dos esteriótipos da sociedade de consumo: a mulher de feições perfeitas, o sonho de consumo que toda a mulher ocidental gostaria de atingir. Só há um detalhe adicional, a mulher ideal tem uma grande semelhança com uma mulher real no auge dos seus velhos tempos, a ex-modelo e ex-globeleza Isadora Ribeiro:


A mulher real que mais buscou a beleza perfeita

A busca da beleza perfeita

O símbolo mundial da luta da mulher para se enquadrar nos estereótipos é a milionária suíça Jocelyn Widenstein. Ela se tornou celebridade global com sob a alcunha de “Noiva de Wildenstein”, ou seja a um Frankenstein de saias. Especula-se que a mulher tenha gasto mais de 8 milhões de reais em cirurgias plásticas nos últimos anos.



A mulher perfeita em carne e osso é brasileira!

mulher real perfeita

Uma das raras mulheres reais de carne e osso no mundo que sintetizam a maioria dos estereótipos acima relacionados é a modelo brasileira Gisele Bündchen. Ela foi dotada pela natureza do fenótipo magro, é alta, esbelta, tem abundantes cabelos loiros, longas pernas, etc. Os seus contratos milionários justificam a onda mundial de adolescentes rumo à anorexia: o sonho de ser a Gisele da vez fala mais alto do que as preocupações com a saúde.


O prêmio final pela luta para a realização dos estereótipos.

Por mais que as mulheres procurem realizar os estereótipos estéticos impostos pela sociedade de consumo, nunca chegarão a uma Gisele Bündchen ou a uma Angelina Jolie. Por mais lutas contra a balança, ou queimando calorias nas academias, ou deixando nacos de gordura nas clínicas de cirurgia plástica, ou injetando próteses de silicone no corpo, as vítimas dos estereótipos continuarão eternamente a batalha perdida contra o envelhecimento, da qual apenas perderão saúde e dinheiro.

Abaixo a ditadura da beleza!!!!!
Se você é mulher, sabe o que é ser bombardeada todos os dias pelo padrão de beleza corrente.

É ver na TV, jornais e revistas propagandas de corpos exuberantes e rostos perfeitos te dizendo que, para ser feliz, você tem que ser daquele jeito.

Mas todas nós sabemos também que isso é para poucas. Aquelas modelos das revistas são raras no mundo real e alcançar o padrão estético considerado “ideal” é impossível para a grande maioria.

Vale lembrar que o conceito de beleza é mutável. No renascimento bonito mesmo eram aquelas formas fartas e rechonchudas. As magras eram consideradas más parideiras e, portanto, indesejáveis.

Há algum tempo, a beleza era um conceito muito mais amplo que incluía aspectos como inteligência e conduta. Mas, nas últimas décadas parece que esse conceito encolheu, murchou, e hoje em dia beleza está cada vez mais ligada somente a aparência física.

O conceito de beleza deve estar ligado a algo agradável e gratificante, e não significar o sofrimento e exclusão de milhares de mulheres em todo mundo.



Por isso gosto tanto de inciativas como a Campanha pela Real Beleza realizada pela Dove. Para mudar esse padrão restritivo e altamente excludente de beleza e ampliar nossa percepção do que é belo e atraente. O site possui informações interessantes e estudos acadêmicos patrocinados pela empresa sobre a concepção de beleza e como as mulheres percebem a si mesmo no mundo. Vale a pena a leitura.


Viva a diversidade!






Padrões de beleza
Na atualidade, a divulgação repetitiva pela mídia de corpos magros, longilíneos, esbeltos, de pele branca, cabelos loiros e olhos azuis, associada ao consumo de produtos, de forma latente ou explícita, promove uma idealização desse tipo físico corporal, relacionando-o aos ideais de beleza, saúde, felicidade e ao poder de atração sexual.

Esses modelos - cujo padrão estético não corresponde ao tipo físico mais frequente em nosso país - podem contribuir para a construção de uma auto imagem negativa para aqueles que não se enquadram nesse padrão veiculado pelas propagandas. As crianças e os jovens podem se sentir “feios” e, consequentemente, diminuídos nas possibilidades de auto aceitação e auto cuidado, quesitos tão necessários para a busca de prazer nas relações afetivas. 
Essa insatisfação tem como consequência, por exemplo, o aumento de distúrbios alimentares (como obesidade, anorexia, bulimia) entre mulheres adolescentes em vários países do mundo. Ou, ainda, o incrível recorde brasileiro de cirurgias plásticas estéticas. 
Sabemos que são padrões culturais que estabelecem o que se considera belo ou não, e isso varia em diferentes momentos da história e em diferentes culturas.
Já houve época em que as “carnes fartas” das mulheres é que eram valorizadas esteticamente.


Poema

Janela sobre o corpo
A Igreja diz: O corpo é uma culpa.

A Ciência diz: O corpo é uma máquina.

A publicidade diz: O corpo é um negócio.

O corpo diz: Eu sou uma festa.

(Eduardo Galeano)



Os padrões de beleza impostos pelo mundo da moda e do cinema




A moda é efêmera, ou seja, transitória.

E assim como a moda, os conceitos de beleza também possuem essa característica, ou seja, o que se considera atraente em uma mulher, não dura para sempre. Tudo depende da moda dominante, da cultura de determinada época, da etnia e das diferentes percepções de quem analisa.

As tendências se modificam com extrema velocidade e isso implica em adequações tanto no modo de vestir como também na beleza. Basta atentarmos para os outdoors que, pronto! A cor das belas madeixas da garota propaganda já mudou, a chapinha saiu de cena e deu lugar a cachos fartos, e as unhas também foram renovadas com novas tonalidades.

Verifica-se que o padrão de beleza mudou muito nos últimos tempos. Na época da Renascença o padrão “gordinha” era sinônimo de beleza pois demonstrava que a família da referida mulher era abastada.

Na Idade Média, a ideia de fertilidade imposta como contraponto de uma época de matanças ocorridas nas cruzadas, trazia uma mulher de quadril largo e ventre avolumado.

Foi somente na década de 20 que a possibilidade de outros padrões de beleza foi real. Veio então, o padrão clássico muito bem representado por um mito do cinema: Greta Garbo.




Depois essa beleza clássica passou a ser representada pelo rosto da sueca Ingrid Bergman e pela beleza latina da mexicana Maria Félix.




Mais tarde vem Audrey Hepburn e muda o padrão, agora, bonita mesmo era mulher magra, esguia.


Mas, outro tipo de beleza continuava a despertar paixões e outros sentimentos nos homens de todo o mundo era a beleza agressiva, sensual como a de Edna Purviance.


Depois, veio o tipo misterioso e sensual de Rita Hayworth e a beleza agressiva, alegre e muito sensual também de Sofia Loren.



No final dos anos 50 surgiram outras mulheres que representaram essa beleza agressiva.
A americana Marlyn Monroe marcou os anos 50 com suas curvas acentuadas e coxas fartas. 


A francesa Brigitte Bardot foi o grande padrão de beleza dos anos 60 e 70.


Esta, também era formosa com suas curvas e lábios carnudos e consolidou o legado de Monroe.

Mas, em meados da década de 60, a londrina Twiggy estabeleceu o padrão de beleza esquálido.

Já, no final dos anos 60 outro padrão de beleza sensual, agressiva: Raquel Welch, conhecida pelo seu corpo sarado.


Inaugurando a era das tops surge Cindy Crawford.


Na década de 90, é a vez de Kate Moss reformular o conceito de sex appeal e, andrógina, deixa personifica uma beleza totalmente avessa aos moldes anteriores.


Todas essas mulheres são sinônimos de beleza, impostos pelo cinema e pela moda no mundo todo e no Brasil. Umas mais magras, outras mais voluptuosas. Não podemos esquecer, ainda, de Linda Evangelista, Jessica Biel, Alessandra Ambrósio, Cameron Diaz, Gisele Bündchen e tantas outras.




Mas, a realidade atual é que a beleza, assim como a moda, está relacionada a padrões de magreza impostos pela indústria da moda, a fim de atender as necessidades do fashion business por valorizar a roupa e, por consequência, vender mais.


A top Gisele Bündchen ilustra essa realidade. Ela, com 52kg e 1.80m, apesar de apresentar cor e saúde está longe de Cindy Crawford, top dos anos 80 que pesava 57kg e media 1.77m de altura. Entre outras coisas os padrões foram de um corpo curvilíneo para um arquétipo mais andrógeno, isso sem falar no aumento expressivo do número de artigos sobre dietas presentes nas revistas femininas mais lidas em todo o mundo.
Como consequência desse novo padrão
de beleza, uma ânsia pela busca do corpo perfeito tem levado muitas mulheres a tomar atitudes de auto destruição.
Além das cirurgias plásticas realizadas sem qualquer motivo óbvio, meninas estão desenvolvendo cada vez mais cedo doenças como aneroxia e bulimia. Este é um problema vivenciado desde a década de 80 com as grandes tops que imprimiram uma imagem de magreza cada vez mais acentuada. Blogs e sites dão dicas de como ficar mais magras. As meninas se comunicam através desses ou de outros sites como os de relacionamento incentivando uma a outra a comer cada vez menos.
Para não ir tão ao extremo, existe o grupo de mulheres que parte para as mais variadas dietas e exercícios físicos. As academias e os personal trainers nunca foram tão procurados, bem como o as vendas de DVDs contendo atividades físicas e aparelhos diversos cresceram. Chega ao ponto de ser contraditório em uma sociedade onde o alimento de alta caloria e o sedentarismo prevalecem; e onde milhares de pessoas passam fome por ausência de dinheiro e condições dignas de sobrevivência.


Se correr atrás de medidas ínfimas é uma tarefa difícil e arriscada, o melhor a fazer é procurar a beleza particular que existe em cada uma de nós.
Ao invés de se envergonhar, a apresentadora Angélica fez de sua pintinha uma marca registrada, exigindo que a mesma fosse incluída em sua boneca. De estigma a trunfo, Angélica soube como lidar com sua peculiaridade.
Deixando um pouco a questão saúde de lado, a questão que permanece é: existe realmente um padrão de beleza?
A resposta paira no ar.
Contudo, uma afirmação pode ser feita:
Segundo pesquisas realizadas por psicólogos evolucionistas, apesar da variação das descrições de beleza, a marca de fertilidade, do belo e da saúde, a cintura fina, sempre foi um símbolo imutável de beleza e feminilidade que perdurou por séculos.
Para finalizar, é importante destacar que a beleza também está ligada a auto aceitação: Portanto, valorize seus pontos fortes, melhore o que é possível melhorar dentro das suas condições físicas, psicológicas e materiais, afinal, a beleza quem faz somos nós!

Fontes: Danusa Spricigo Pasqual; Veridiana Mercatelli; Star Magazine; Nina; Isaias Malta; Yara Sayão e Sylvio Duarte Bock; Lia Nagel

Complementando...
O importante mesmo é você se amar, respeitar os limites e estar de bem com vida, com sua alma e o seu coração.

Não adianta você quer transformar o externo, sem estar bem consigo mesma!

O bom mesmo é conciliar o que os dois lados (interno e externo) têm de melhor.

Explore suas virtudes, suas habilidades, seu charme único e especial.

Você pode tudo quando se ama verdadeira e intensamente!

Levante a sua auto estima! Alegre-se! A vida é bela!


Por isso, pense nisso:














Lia Nagel