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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Dicas para utilizar a internet para compras de modo seguro



Comércio eletrônico

O comércio eletrônico está em alta no Brasil, mas exige cuidados. As vendas por meio da internet cresceram 30% no ano passado, na comparação com 2008, atingindo uma receita bruta de R$ 10,6 bilhões, segundo informou nesta terça-feira (15) a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Para 2010, a expectativa é de repetição do aumento de 30% nas vendas.
Siga dez dicas selecionadas pelo R7 para comprar de forma segura pela internet:

- Atualize sempre o sistema operacional, o navegador e os serviços de antivírus, antispyware e firewall.
- Não faça compras usando um computador que você não tem certeza estar seguro. Qualquer tipo de transação precisa ser feita do computador pessoal. Jamais em LAN houses e computadores de amigos, parentes ou do trabalho.
- Mantenha ativado o serviço antispam do e-mail. Ele evita vários golpes como o phishing, que é uma palavra em inglês usada para representar um tipo de fraude muito comum em que o internauta recebe mensagens não solicitadas por e-mail, via recados no Orkut, por exemplo, e pelos programas de mensagens instantâneas, como o Live Messenger (popularmente conhecido como "MSN"). O objetivo de praticar essa fraude é confundir o usuário – para isso, são usadas mensagens como se fossem de um banco, site de compras, Receita Federal, entre outros. O internauta que "cai" no golpe fornece seus dados ou clica em links repletos de vírus.
- Cuidado com as propagandas recebidas por e-mail. Muitas podem ser falsas e levar o internauta a sites que se parecem com os mais famosos para compras online, mas na verdade são falsos e “roubam” os dados das pessoas.
- Ative a opção filtro de antispam do e-mail e entre no site de compras digitando diretamente o endereço no navegador.
- Compre em sites que foram recomendados por amigos e parentes.
- Confira em sites que comparam lojas virtuais a reputação do lugar onde você vai comprar. Além de métodos próprios de avaliação, esses sites têm espaço para comentários dos consumidores. Outra dica é consultar informações sobre a loja em páginas exclusivas para registros de reclamações.
- Não compre em sites que não ofereçam navegação e transação seguras. A imagem de um pequeno cadeado fechado exibido no rodapé do navegador é sinal de segurança, desde que você clique no objeto e confira o nome da loja e se a data de validade desse certificado de segurança ainda não expirou.
- Fique de olho na política de privacidade das lojas virtuais e não compre em sites que não apresentem claramente a garantia de que seus dados, em hipótese alguma, serão repassados para outras empresas.
- Desconfie de promoções com vantagens e preços fora do comum.


Saiba quais são os direitos de quem compra pela rede:

Cliente pode desistir da compra caso prazos não sejam cumpridos.
O Código de Defesa do Consumidor foi criado na década de 90, muito antes da internet surgir no país e conquistar milhares de compradores. Mesmo assim, a lei estabelece que para esse tipo de negócio valem as regras gerais fixadas para compras à distância. Um dos problemas recorrentes nessa época do ano é o atraso na entrega dos produtos. Quem compra pela internet próximo à véspera e dia de Natal corre o risco de ficar sem o presente prometido pelo Papai Noel. Selma do Amaral, assistente de direção do Procon-SP, diz que o consumidor tem o direito de desfazer o negócio, caso a entrega demore a chegar.
- Isso configura o não cumprimento da oferta e o cliente pode depois, quando receber, recusar o produto, mas o aconselhável é que as partes se resolvam para resolver de maneira amigável.
Caso o produto não atenda às expectativas, o que não é difícil de acontecer porque o processo é virtual, dá para desistir em até sete dias após o recebimento da mercadoria. Basta comunicar a loja e devolver o produto em perfeitas condições.
As regras mudam quando o produto apresenta algum vício. Na linguagem jurídica isso quer dizer que o cliente recebeu algo diferente do que foi prometido, como riscos, quebras, falta de componentes, entre outros.
Se for um caso em que dá para se consertar o produto, a loja tem dez dias para resolver. Para a troca o consumidor tem 30 dias de prazo para reclamar se for um produto não durável. Tratam-se de produtos que uso imediato como um creme, por exemplo. Não adianta usar o creme por mais de um mês e reclamar depois que o produto tem problemas.
Para produtos em geral, como brinquedos, DVDs, eletrônicos, os chamados duráveis, o prazo é maior: 90 dias.
A partir disso é possível exigir o cancelamento com restituição do dinheiro pago corrigido, a troca por um produto da mesma espécie ou o abatimento proporcional do preço. Esse último nada mais é do que combinar um desconto e ficar com o produto, claro, se o dano não for tão grave.
O Código de Defesa do Consumidor não fixa um prazo para que tudo isso aconteça. Como disse Selma do Amaral, do Procon-SP, as boas relações entre empresa e cliente devem ser preservadas. Na demora ou impossibilidade de consenso o comprador pode recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o próprio Procon da cidade onde mora ou à justiça comum.
É importante sempre ter em mãos todos os comprovantes impressos, e-mails que confirmam as transações e número do pedido.
Fonte: Portal R7




Algumas dicas para verificar se o site de vendas em questão pode ser confiável:

1. Buscar informações sobre o site verificando se não há reclamações, buscando pelo nome da empresa nos sites de buscas ou então em sites com comentários de usuários, como o www.reclameaqui.com.br, com amigos, familiares, etc.
2. Verificar o endereço físico do fornecedor, telefones, e-mails, etc. Recomendo que desconfie ou fuja de sites que possuem apenas telefones celulares.
3. Se o fornecedor possuir CNPJ, verifique no site da Receita Federal se o CNPJ confere com o endereço fornecido. O site da Receita Federal para verificação do CNPJ é:http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/CNPJ/cnpjreva/Cnpjreva_Solicitacao.asp
4. Verifique no www.registro.br os dados da empresa e se confere com as
5. fornecidas no site, bastando inserir o endereço do site no campo “Verifique a disponibilidade de um nome de domínio”. Caso o endereço seja “internacional” como .com ou .net use o www.whois.sc para ver os dados de quem registrou o domínio.
6. Verifique no site os procedimentos para reclamação, devolução, garantias, etc.
7. Verifique as medidas que o site adota para garantir a privacidade dos seus dados, principalmente caso precise inserir dados como RG, CPF, etc.
8. Não forneça informações desnecessárias para se efetuar uma compra. Caso perceba que precise preencher campos com dados desnecessários, entre em contato com o site para saber o motivo disso.
9. Guarde todos os dados das compras, como o nome do site, itens adquiridos, valores pagos, número do protocolo da compra ou pedido e todos os dados coletados com as dicas anteriores.
10.  Guardar todos os e-mails e mensagens trocadas entre você e o fornecedor, confirmação do pedido e outros dados que comprovem a compra e suas condições.

Verificar se há despesas adicionais como fretes ou taxas, assim como os prazos de entrega ou execução dos serviços para evitar surpresas desagradáveis.
Exija nota fiscal sendo empresa ou não, já que isso pode ser uma garantia de que o produto não é roubado e também lhe dará crédito na hora da reclamação, além da garantia contra defeitos no produto e eventual troca.
Mantenha seu computador protegido e livre de pragas da internet (vírus, trojans, spywares, etc), já que na hora da transação eletrônica nos sites você precisará inserir informações sigilosas.
Cuidado com mensagens falsas que chegam a seu e-mail com promoções nesta época do ano. Mensagens maliciosas podem lhe levar a sites falsos a abrir vírus. Se receber uma mensagem de uma loja conhecida ou mesmo de seu banco para troca de certificado ou informações sem ter solicitado, não pense duas vezes e apague a mensagem por se tratar de fraude, já que essas instituições e bancos nunca enviam mensagens sem sua solicitação.
Evite a todo custo passar sua senha a pessoas desconhecidas e sempre use senha difíceis de descobrir e com no mínimo 8 caracteres, mesmo que tenha que anotá-la, com o tempo e uso você a decora.
Em sites de leilão em que normalmente os valores dos produtos são mais baixos, verifique a reputação do vendedor, veja os comentários feitos pelos outros usuários e os produtos que este vendedor vendeu e desconfie de valores muito abaixo do mercado.
Para compras online, evite a todo custo usar computadores públicos (como as de lan houses) por poderem estar infetados com algum programa malicioso. Prefira o seu computador pessoal ou mesmo de sua empresa (caso seja permitido fazer compras ou acessar determinados sites na mesma).
Se possível verifique se o site em questão usa SSL, um certificado de segurança onde os dados enviados pelo formulário de seu computador até o servidor são criptografados (codificados). Para isso basta olhar no endereço se está como “https://” em vez de “http://” .
Usar o cartão de crédito é tão seguro quanto pagar suas compras no restaurante ou supermercados. Prefira este meio de pagamento na internet. Caso o site em questão não tenha meios de pagamento por cartão, prefira pagamentos por boleto bancário ou Sedex a cobrar (onde você paga ao receber o produto nos Correios).
Tenha maior atenção e cautela com produtos muito valorizados ou vendidos (MP3 players, videogames, telefones, etc), pois estes são os preferidos dos golpistas.
Como dito anteriormente e ressaltando, desconfie de ofertas espetaculares, promoções imperdíveis e valores muito abaixo do mercado.
Fonte: Dicaspracomputador

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